Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sábado, 10 de dezembro de 2016. Atualizado às 17h25.

Jornal do Comércio

Esportes

COMENTAR | CORRIGIR

Judô

Alterada em 10/12 às 18h28min

Judô muda regras para incentivar ippon e extingue pontuação mais baixa

Rafaela Silva ganhou ouro no judô nas Olimpíadas

Rafaela Silva ganhou ouro no judô nas Olimpíadas


Toshifumi KITAMURA / AFP/JC
Após ganhar apenas três medalhas nos Jogos Olímpicos do Rio, o judô brasileiro vê as regras da modalidade mudarem. A Federação Internacional de Judô (IJF, na sigla em inglês) anunciou novas e impactantes mudanças nos combates, visando maior dinamismo e, principalmente, incentivando o ippon.
Agora, além das punições, só o golpe jogando o rival de costas no chão, ou a imobilização por 20 segundos encerram uma luta antes do tempo regulamentar - que caiu de cinco para quatro minutos no masculino. Antes, dois wazaris, o golpe intermediário, equivaliam a um ippon.
Pelas novas regras, que começam a valer em janeiro e serão testadas até o Mundial de Budapeste (Hungria), entre agosto e setembro, os wazaris só definem o vencedor se ninguém conseguir um ippon ao fim de quatro minutos de combate. Se aprovadas, as mudanças valem ao longo de todo o ciclo olímpico, até 2020.
Da mesma forma, a IJF também acabou com a figura do yuko, que era a menor pontuação possível do judô. No ano que vem, as situações que antes valiam yuko agora vão render um wazari.
Os shidôs, punições por diversos motivos, principalmente falta de combatividade, continuam existindo. Para incentivar os judocas a atacarem, agora três - e não mais quatro - shidôs eliminam um lutador. Por outro lado, isso dá mais poder aos árbitros.
Entre as diversas outras alterações técnicas, vale destacar o fim da eliminação por catada de perna, punição que tirou Rafaela Silva dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. A partir do ano que vem, essa infração vale apenas um shidô.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia