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Porto Alegre, quinta-feira, 29 de dezembro de 2016. Atualizado às 07h13.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Bolsas chinesas seguem EUA e fecham em baixa, enquanto outras asiáticas avançam

As bolsas chinesas fecharam em baixa nesta quinta-feira, acompanhando o mau desempenho das bolsas de Nova Iorque, após um dado americano fraco de moradia e tensões entre os EUA e Israel, deixando o Dow Jones mais longe da marca psicologicamente importante de 20 mil pontos. No entanto, outros mercados asiáticos conseguiram leve recuperação no fim do pregão.

Pelo quarto dia consecutivo, o índice composto de Xangai terminou com perdas em meio ao volume baixo de negociação. A Bolsa de Xangai caiu 0,2%, aos 3.096,10 pontos, enquanto a Bolsa de Shenzhen recuou 0,31%, aos 1.966,24 pontos. O fluxo de negociação para as ações listadas no continente foi de apenas 252,22 bilhões de yuans, contra 396,73 bilhões de yuans no mesmo dia da semana anterior.

"A queda nas bolsas é em grande parte uma resposta a uma sessão negativa nos EUA, mas com os volumes baixos é difícil de ler qualquer movimento em particular", disse Alex Furber, analista de vendas da CMC Markets.

"O declínio nos mercados dos EUA pesou sobre o sentimento hoje", disse Alexander Lee, estrategista da DBS Vickers em Hong Kong. As bolsas de Nova Iorque fecharam em queda na sessão de ontem, com o Dow Jones se afastando da marca psicologicamente importante dos 20 mil pontos. As bolsas americanas responderam ao dado da Associação Nacional de Corretores (NAR, na sigla em inglês), que informou que as vendas pendentes de imóveis caíram 2,5% em novembro. A estimativa dos analistas era de alta de 0,5%. As tensões diplomáticas entre EUA e Israel, que se intensificaram hoje após um discurso do secretário de Estado americano, John Kerry, também pressionaram os mercados acionários americanos.

O índice coreano Kospi caiu durante toda a sessão, mas conseguiu se recuperar no fim e terminar com leve alta de 0,10%, aos 2.026,46 pontos. O mau humor ao longo do pregão refletiu o corte do governo sul-coreano na previsão de crescimento para o próximo ano. A estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2017 foi reduzida para 2,6% em relação a uma projeção anterior de 3%. O enfraquecimento da demanda doméstica provavelmente será um grande obstáculo para a economia sul-coreana em 2017, disse o Ministério da Estratégia e Finanças da Coreia do Sul, uma vez que a crescente dívida das famílias, a contínua reestruturação das empresas e a construção de casas de refrigeração continuam pesando sobre o consumo e o crescimento do país.

No mesmo sentido, o índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,17%, mas, por outro lado, o Taiex, de Taiwan, caiu 0,53%, aos 9.153,09 pontos. Na Oceania, o índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sidney avançou 0,25%, aos 5.699,07 pontos.
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