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Porto Alegre, terça-feira, 27 de dezembro de 2016. Atualizado às 21h49.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura Internacional

Notícia da edição impressa de 28/12/2016. Alterada em 27/12 às 21h18min

Saída de Prat-Gay não terá muito impacto, diz Eurasia

Prat-Gay foi bem-sucedido na tarefa de levantar controles cambiais

Prat-Gay foi bem-sucedido na tarefa de levantar controles cambiais


EITAN ABRAMOVICH/AFP/JC
A saída do ministro da Economia e Finanças da Argentina, Alfonso Prat-Gay, que ocorreu na segunda-feira, a pedido do presidente Mauricio Macri, não deve representar um grande impacto na condução do setor no país, avalia a consultoria Eurasia em relatório. O posto será dividido: o ministro da Fazenda será Nicolás Dujovne e o das Finanças, Luis Caputo.
A consultoria diz que a demissão de Prat-Gay ocorreu por desacordos políticos, pessoais e, em menor medida, de condução da política com o presidente. Para a Eurasia, Dujovne pode ter uma postura um pouco mais séria no controle do gasto fiscal, mas defende a atual estratégia gradual e se adaptará ao foco do governo de garantir recuperação econômica, privilegiando isso à disciplina fiscal, de olho nas eleições parlamentares de 2017. A consultoria prevê poucas mudanças na dinâmica fiscal.
No caso de Caputo, a expectativa é que ele continue com a estratégia de buscar emitir dívida. "Na verdade, o sucesso do governo dependerá, em grande medida, da recuperação econômica e de sua capacidade de continuar a emitir dívida de maneira agressiva", acredita a consultoria.
Prat-Gay não integra o partido político Propuesta Republicana (PRO), de Macri, mas havia sido nomeado por sua credibilidade e para expandir a base de apoio do governo. O presidente, ao nomear Gustavo Lopeteghi e Mario Quintana como responsáveis por coordenar a política econômica, tinha como estratégia não deixar o ministro das Finanças com demasiado poder. O agora ex-ministro Prat-Gay foi considerado bem-sucedido na tarefa de levantar controles cambiais e organizar uma anistia tributária.
 

Lucro do setor industrial na China ganha força e tem alta de 14,5% em novembro

O lucro das maiores empresas do setor industrial da China aumentou 14,5% em novembro ante igual mês do ano passado, ganhando força em relação ao avanço mais contido de outubro, de 9,8%, segundo dados publicados pelo Escritório Nacional de Estatísticas (NBS, na sigla em inglês) do país.
Os ganhos de companhias da indústria chinesa com receita anual superior a 20 milhões de yuans (em torno de US$ 2,9 milhões) totalizaram 774,57 bilhões de yuans em novembro, informou a agência de notícias estatal Xinhua.
Entre janeiro e novembro, o lucro industrial chinês subiu 9,4% na comparação anual, a 6,03 trilhões de yuans, frente ao acréscimo de 8,6% verificado nos primeiros 10 meses do ano.
Ontem foram divulgados também os dados sobre o setor de serviços do país. A China registrou déficit na balança de serviços de US$ 25,4 bilhões em novembro, acima do déficit de US$ 20,9 bilhões de outubro, segundo a Administração Estatal do Mercado de Câmbio. O superávit comercial em bens ficou em US$ 45,9 bilhões em novembro, abaixo dos US$ 49,9 bilhões de outubro, segundo o órgão regulador.
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