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Porto Alegre, terça-feira, 27 de dezembro de 2016. Atualizado às 16h39.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

27/12/2016 - 17h38min. Alterada em 27/12 às 17h42min

Taxas futuras de juros terminam perto da estabilidade, com viés de baixa

Os juros futuros encerraram a sessão regular da BM&FBovespa perto das estabilidade, com viés de queda definido já nos ajustes finais. Com a reabertura dos mercados norte-americano e europeu, que voltaram a operar nesta terça-feira (27) após o feriado de Natal, houve melhora, em relação ao dia anterior, no volume de contratos negociados, mas a liquidez ainda está muito distante do padrão normal.
O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 (48.155 contratos) fechou com taxa de 11,56%, de 11,57% no ajuste de segunda-feira, e o DI janeiro de 2019 (40.990 contratos) terminou na mínima de 11,06%, de 11,08% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2021 (35.295 contratos) também fechou na mínima, com taxa de 11,37%, de 11,38% segunda-feira. Perto das 16h30, o dólar à vista tinha variação positiva de apenas 0,01%, aos R$ 3,2773.
Pela manhã e em parte da etapa vespertina, as taxas longas chegaram a mostrar um viés de alta, atribuído a uma correção às quedas registradas na semana passada e estimuladas na ocasião principalmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) de dezembro, abaixo do esperado. Mas esse movimento se esgotou no final da sessão e as taxas voltaram.
Segundo profissionais da área de renda fixa, não houve nada no noticiário nem na agenda capazes de estimular a montagem de posições e o destaque da sessão acabou mesmo sendo o giro fraco. "É difícil nestes dias de menor liquidez falar de fundamentos. A abertura das taxas dos Treasuries até poderia ser um fator de pressão sobre os DIs, assim como o dólar", disse o economista da Guide Investimentos, Ignacio Crespo.
O resultado do setor público consolidado de novembro, que o Banco Central publicou pela manhã, não teve impacto sobre as taxas, mesmo porque os números do Governo Central, divulgados na segunda pelo Tesouro, já anteciparam a piora ante outubro.
O setor público consolidado teve déficit primário de R$ 39,141 bilhões em novembro, que ficou dentro das previsões, que iam de saldo negativo de R$ 45,900 bilhões a R$ 35,200 bilhões, com mediana de déficit de R$ 38,700 bilhões.
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