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Porto Alegre, segunda-feira, 26 de dezembro de 2016. Atualizado às 16h18.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 26/12 às 17h39min

Taxas futuras de juros fecham com viés de queda, em sessão de liquidez fraca

Os juros futuros fecharam em leve queda nos principais contratos negociados na sessão regular da BM&FBovespa nesta segunda-feira, num ambiente de liquidez fraquíssima - apenas 220,5 mil movimentados no total.
Além de muitos investidores estarem ausentes por causa das festas de final de ano, os mercados não funcionam nesta segunda-feira na Europa e nos EUA, o que também afetou os volumes nos ativos locais.
O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 fechou com taxa de 11,57%, de 11,60% no ajuste de sexta-feira, 23. O DI janeiro de 2019 terminou com taxa de 11,08% (mínima), de 11,12% no último ajuste. A taxa do DI janeiro de 2021 caiu de 11,42% para 11,38%.
Os DIs passaram a sessão oscilando ao redor da estabilidade, mas com viés de baixa principalmente nos vencimentos longos, espelhando a manutenção da percepção favorável dos agentes para a inflação e para o ciclo de quedas da Selic. A pesquisa Focus divulgada na manhã desta segunda confirmou que mercado agora espera que o IPCA de 2016 ficará abaixo do teto da meta de 6,50%, depois do forte alívio visto no IPCA-15 de dezembro.
A mediana das projeções para a inflação em 2016 caiu de 6,49% para 6,40%. Para 2017, houve uma ligeira melhora, de 4,90% para 4,85%. As medianas para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2016 e de 2017 foram revisadas, de -3,48% para -3,49% e de +0,58% para +0,50%, respectivamente.
Os juros começaram a tarde nas mínimas, mas na medida em que o dólar acelerava levemente a alta, batendo máximas, saíram dos patamares mais baixos. Também naquele momento o Tesouro Nacional divulgava as contas do Governo Central de novembro, que tiveram o pior resultado para o mês em toda a série histórica do Banco Central iniciada em 1997.
O saldo ficou dentro do previsto, mas veio pior do que a mediana das estimativas. O governo central teve déficit de R$ 38,356 bilhões no mês passado, dentro do intervalo das estimativas, que era de saldo negativo de R$ 55 bilhões a R$ 12,4 bilhões. A mediana era de déficit de R$ 35,600 bilhões.
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