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Porto Alegre, quinta-feira, 22 de dezembro de 2016. Atualizado às 17h46.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 22/12 às 18h50min

Ações da Vale pesam e Ibovespa fecha em queda de 0,68%

A Bovespa operou em queda durante boa parte do dia e terminou no vermelho, mas fechou o pregão acima das mínimas do dia. Sem grandes notícias para guiar os negócios, acabou pesando o desempenho da Vale, que foi afetada por uma retração nos preços do minério de ferro, em meio a um giro fraco no mercado brasileiro.
O Ibovespa terminou a sessão desta quinta-feira, 22, com baixa de 0,68%, aos 57.255,22 pontos. O volume de negócios ficou em R$ 6,05 bilhões. Entre as blue chips, Vale (ON -4,15% e PN -5,18%) caiu forte e Petrobras (ON -1,21% e PN -2,30%) também recuou, mesmo com uma alta nos preços do petróleo hoje. Os bancos (Itaú PN +0,82% e Bradesco -0,59%) tiveram desempenho misto. "Os investidores estrangeiros lideraram as vendas mais uma vez", comentou o operador de uma corretora paulista.
O minério de ferro negociado na China caiu 2,8% nesta quinta, a US$ 77,1 a tonelada seca, e as perspectivas dos analistas para o próximo ano não são boas. Depois de subir quase 100% este ano, a entrada de novas unidades produtoras no mercado em 2017 deve fazer os preços recuarem para a faixa de US$ 55 a tonelada. Já o petróleo Brent subiu 1,08% hoje, a US$ 55,05 o barril.
Na noite desta quarta-feira, 21, a Petrobras anunciou um amplo tratado com a francesa Total. A estatal brasileira fechou acordo de US$ 2,2 bilhões com a parceira, que inclui a venda de fatias de campos do pré-sal. Com o negócio, a petroleira chega a US$ 13 bilhões em ativos vendidos entre o ano passado e 2016, próxima dos US$ 15,1 bilhões previstos até o dia 31 de dezembro.
"Estamos praticamente na última semana de negociação e não há liquidez, então qualquer fato derruba o mercado. O investidor já tira o pé do acelerador, não quer ficar comprado", comentou outro operador. Ele citou também a fragilidade do setor bancário, que nos últimos dias tem sofrido em meio à pressão do governo por redução de spread e chance de mudança de regulação na área de cartões de crédito.
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