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Porto Alegre, sexta-feira, 16 de dezembro de 2016. Atualizado às 16h00.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 16/12 às 17h01min

Taxas futuras de juros divergem do dólar e fecham em baixa com Treasuries

Sem notícias de impacto na última hora, os juros futuros continuaram a oscilar em baixa e confirmaram essa direção no fechamento nesta sexta-feira. A trajetória refletiu o recuo dos rendimentos dos Treasuries, que ainda deviam correções em relação à alta firme registrada na quarta-feira, após os anúncios de política monetária do Federal Reserve, o banco central norte-americano. Pela manhã, uma leitura positiva quanto ao pacote de medidas de estímulo à atividade anunciado quinta-feira pelo governo contribuiu para a queda das taxas futuras. A influência dessa avaliação, porém, perdeu força à tarde.
"Na ausência de dados internos, o mercado acompanha as Treasuries 'na vírgula'", disse um operador. A gestora de renda fixa Mongeral Aegon Investimentos, Patrícia Pereira, lembrou que no meio do dia as taxas futuras chegaram a ganhar força com aceleração da alta do dólar, mas isso não se sustentou. "Os juros estão 'fechando', principalmente os mais longos, apesar do dólar em alta", disse. Ela destacou liquidez fraca, o que potencializa os movimentos tanto para cima quanto para baixo.
Patrícia minimizou a influência de baixa do pacote de estímulos do governo, que havia sido destacada no começo do dia por outros profissionais. A gestora reconheceu que as medidas são bem-vindas e afirmou que o ponto positivo é que "não tem nada que contrarie a política do ajuste fiscal". "Mas não é nada que gere melhora na economia no curto prazo", criticou. Além disso, ela disse que o cenário político "segue incerto", o que alimenta pressão para cima.
Ao término da sessão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 estava na mínima de 11,36%, ante 11,42% no ajuste de quinta-feira. O DI para janeiro de 2021 estava em 11,86%, mínima, de 11,92% no ajuste anterior. O juro da T-note de 10 anos estava em 2,567%, de 2,600% no fim da tarde de quinta. O dólar à vista subia 0,49%, aos R$ 3,3867, e o Ibovespa estava em 58.677,28 pontos (+0,48%).
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