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Porto Alegre, sexta-feira, 16 de dezembro de 2016. Atualizado às 15h05.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 16/12 às 16h05min

Bolsas da Europa fecham em alta com bom desempenho do setor bancário e de energia

As bolsas europeias fecharam em alta nesta sexta-feira, com os investidores digerindo ainda a decisão do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) de elevar os juros e estimar mais três altas em 2017, além de notícias positivas envolvendo o setor bancário italiano. O bom desempenho do petróleo também ajudou a setor de energia.
A Bolsa de Londres fechou em alta de 0,18%, aos 7.011,64 pontos; Paris ganhou 0,29%, aos 4.833,27 pontos; Frankfurt avançou 0,33%, aos 11.404,01 pontos; Milão teve alta de 0,11%, aos 19.014,75 pontos; Madri valorizou 0,77%, aos 9.412,80 pontos e Lisboa subiu 0,66%, aos 4.628,05 pontos.
O mercado reagiu positivamente à informação de que a Itália está preparado para injetar 15 bilhões de euros para apoiar o setor bancário deficiente. A medida, se confirmada, tirará o peso de instituições como o banco Monte dei Paschi, que necessita recapitalização de 5 bilhões de euros. Na quinta-feira, 15, a instituição anunciou que estava perto de elevar o capital até o fim do ano. As ações do Monte dei Paschi subiram 1,31% e as do UniCredit avançaram 2,64%. Em Madri, o Santander acelerou 0,70%.
As ações de farmacêuticas também estiveram entre os maiores ganhos, com os papéis da Actelion liderando as altas, após relatos de que a Sanofi está preparando um acordo de aquisição. A ação da empresa terminou com ganho superior a 10%. Por outro lado, a francesa Sanofi caiu 2,12%.
Outro setor que contribuiu para o movimento comprador foi o de energia, impulsionado pelo petróleo. Em Londres, as ações da BP avançaram 2,13%, enquanto as da Total tiveram acréscimo de 1,51%, em Paris.
Entre outros destaques da região, o Banco Central da Rússia decidiu nesta sexta manter sua taxa básica de juros em 10%, após reunião de política monetária, mas abriu a porta para um corte da taxa no primeiro semestre de 2017. Em comunicado, os diretores do BC russo comentaram que a dinâmica da inflação e da atividade econômica estão, de modo geral, em linha com o previsto e que os riscos de inflação diminuíram um pouco.
E no campo dos indicadores, o Instituto Ifo elevou sua previsão econômica para a Alemanha em 2018, com crescimento de 1,7%, ante estimativa anterior de 1,6%. 
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