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Porto Alegre, sexta-feira, 16 de dezembro de 2016. Atualizado às 07h50.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

16/12/2016 - 08h53min. Alterada em 16/12 às 08h53min

IPC-S sobe e varia 0,17% na segunda semana de dezembro

O item frutas foi o que mais contribuiu para o resultado do índice

O item frutas foi o que mais contribuiu para o resultado do índice


CLAUDIO FACHEL/ARQUIVO/JC
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) ficou em 0,17% na segunda quadrissemana de dezembro, informou nesta sexta-feira (16), a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou 0,02 ponto porcentual acima do registrado na leitura imediatamente anterior, quando o indicador apresentou variação de 0,15%.
Das oito classes de despesas analisadas, seis apresentaram acréscimo em suas taxas de variação nesta apuração: Alimentação (0,09% para 0,17%), Vestuário (-0,13% para 0,28%), Despesas Diversas (0,38% para 0,78%), Educação, Leitura e Recreação (0,86% para 1,06%), Comunicação (-0,04% para 0,06%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,54% para 0,61%).
O grupo Transportes repetiu a mesma variação porcentual da medição anterior (0,30%) e somente o segmento Habitação registrou decréscimo na taxa, passando de -0,24% para -0,48%, informou a FGV.
O grupo Alimentação, que avançou de 0,09% na primeira quadrissemana de novembro para 0,17% na segunda leitura do mês, foi o que mais contribuiu para o resultado do IPC-S. Nessa classe de despesas, a FGV destacou o comportamento do item frutas, cuja taxa passou de 2,48% para 3,97%.
Dentre as outras classes de despesas que registraram acréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou o comportamento dos itens roupas (-0,02% para 0,37%), no grupo Vestuário; cigarros (0,76% para 1,67%), em Despesas Pessoais; passagem aérea (21,46% para 27,05%), em Educação, Leitura e Recreação; pacotes de telefonia fixa e internet (-1,17% para -0,33%), no grupo Comunicação; e artigos de higiene e cuidado pessoal (0,54% para 0,77%), no segmento Saúde e Cuidados Pessoais.
De forma isolada, os itens com as maiores influências de alta foram passagem aérea (21,46% para 27,05%), plano e seguro de saúde (que manteve a taxa de 1,02%), refeições em bares e restaurantes (mesmo com a desinflação de 0,64% para 0,55%), banana-prata (6,27% para 14,10%) e cigarros (0,76% para 1,67%).
Já os cinco itens com as maiores influências de baixa foram tarifa de eletricidade residencial (-2,42% para -4,21%), batata-inglesa (-11,79% para -16,00%), condomínio residencial (-0,95% para -1,24%), tomate (apesar de ter diminuído a deflação de -16,19% para -14,03%) e feijão carioca (-15,93% para -16,37%).
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