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Porto Alegre, quinta-feira, 15 de dezembro de 2016. Atualizado às 18h10.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 15/12 às 19h12min

Petróleo oscila e fecha sem direção única em reflexo à Opep e rali do dólar

Os contratos futuros de petróleo fecharam sem direção única na sessão desta quinta-feira, 15, operando com volatilidade durante todo o dia. O acordo entre a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e países não-membros do cartel continuou a influenciar os preços da commodity, assim como o rali do dólar nesta quinta.
O petróleo WTI para janeiro negociado em Nova Iorque, na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em baixa de 0,27%, a US$ 50,90 por barril. Já o barril do tipo Brent para fevereiro subiu 0,22%, a US$ 54,02 por barril.
No início do dia, os preços do petróleo avançaram, refletindo, ainda, o acordo para a redução da produção da commodity entre a Opep e países de fora do grupo. Os países esperam reduzir aproximadamente 1,8 milhão de barris por dia na produção.
A alta da manhã ocorreu mesmo em um cenário que poderia ser negativo para os preços da commodity, com o dólar fortalecido e com a Agência Internacional de Energia (AIE) tendo divulgado um relatório nesta semana, que indica um aumento na produção de petróleo de membros da Opep.
Nesta quarta-feira, 14, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) elevou as taxas de juros americanas pela primeira vez em um ano, fazendo com que o dólar se fortalecesse com a notícia de que o BC americano pretende elevar os juros três vezes a cada ano até 2019.
A demanda por petróleo nos mercados emergentes tende a cair quando ocorre uma elevação nos juros nos EUA, segundo análise do Bank of America Merrill Lynch. O petróleo, que é cotado em dólar, fica mais caro para emergentes, que são vulneráveis à alta dos juros nos EUA.
O petróleo voltou a subir durante a tarde, quando investidores reagiram a relatos do mercado de que o Kuwait estaria dizendo a seus clientes que espera uma redução da oferta da commodity. Após essa alta, a commodity voltou a ser pressionada pelo rali do dólar e os ganhos desaceleraram.
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