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Porto Alegre, quinta-feira, 15 de dezembro de 2016. Atualizado às 10h20.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

15/12/2016 - 11h20min. Alterada em 15/12 às 11h20min

Crise política, Fed e instabilidade no petróleo impõem perdas a ações na Bovespa

A Bovespa abriu em leve alta e, na sequência, passou a renovar a pontuação mínima nesta quinta-feira (15). A desvalorização é resultado da crise política que afeta o presidente da República, Michel Temer, somado a uma reprecificação global de ativos com a decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) na quarta-feira (14). O BC americano anunciou que prevê três e não apenas dois aumentos na taxa de juros em 2017. A instabilidade nos preços do petróleo - sobretudo do tipo WTI na Nymex (NY) - também impõe perdas.
Para o economista da Leme Investimentos, João Pedro Brugger, o investidor brasileiro vive um cenário de crescente incerteza. "Cada dia que passa, a relação do novo governo com a população está mais estremecida", afirmou ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado.
A aprovação da admissibilidade da PEC da Previdência na CCJ da Câmara na madrugada nesta quinta trouxe um placar mais apertado do que o visto na discussão da PEC do Teto e sinaliza, segundo Brugger, que o tema é muito mais complicado e impopular.
Às 10h30min, o Ibovespa caía 0,74% aos 57.664 pontos. Minutos antes, marcara a mínima aos 57.664 pontos (-0,94%). A maioria das blue chips estavam em queda no horário acima, exceto a PNA da Vale (+0,24%).
A Gol não faz parte do Ibovespa, mas chama atenção por exibir queda de 3,19% (perto do horário acima). O plenário do Senado aprovou, na noite da quarta-feira, um projeto que suspende a resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que permite as empresas aéreas cobrarem pela bagagem despachada em viagens.
A proposta segue para a Câmara dos Deputados. Foi uma das últimas a serem votadas na sessão que encerrou os trabalhos legislativos do Senado neste ano. "Este é um gesto pelo consumidor. Se tem uma bandeira que nos une é a proteção ao consumidor", disse o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ao anunciar a aprovação da proposta, que foi votada de comum acordo entre os senadores.
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