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Porto Alegre, quinta-feira, 15 de dezembro de 2016. Atualizado às 09h35.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 15/12 às 10h35min

Taxas futuras de juros sobem, em linha com dólar, refletindo Fed mais agressivo

Os juros futuros sobem na manhã desta quinta-feira, 15, em linha com o dólar e juros dos Treasuries, refletindo a sinalização do Federal Reserve (o banco central norte-americano) de que o ciclo de aperto monetário poderá ser mais agressivo - com três aumentos de juros por ano nos Estados Unidos até 2019. Além disso, ajuda a trazer pressão de alta nos DIs, o leilão de títulos do Tesouro, ofuscando a notícia de que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou a admissibilidade de PEC da reforma da Previdência, num placar apertado de 31 votos a 20, o que é visto como positivo para o governo de Michel Temer.
Às 9h35min, o DI para janeiro de 2018 exibia 11,85%, de 11,78% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2019 estava em 11,57%, de 11,41%, enquanto o vencimento para janeiro de 2021 estava em 12,08%, de 11,84% no ajuste anterior.
Mais cedo, foi revelado que a economia brasileira registrou em outubro o menor nível de atividade desde dezembro de 2009, o que é um sinal favorável para que o Comitê de Política Monetária (Copom) acelere o ritmo de corte da Selic na reunião de janeiro. O IBC-Br atingiu os 132,31 pontos em outubro (baixa de 0,48% ante setembro).
O resultado de outubro deste ano só não foi pior que o índice de 131,24 pontos visto em dezembro de 2009. Naquela época, porém, o IBC-Br ainda sofria efeitos da crise financeira global que havia estourado no fim de 2008, com a queda do banco norte-americano Lehman Brothers.
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