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Porto Alegre, quinta-feira, 15 de dezembro de 2016. Atualizado às 09h00.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

15/12/2016 - 10h01min. Alterada em 15/12 às 10h01min

Petróleo opera em alta mesmo após fortalecimento do dólar

O petróleo opera em território positivo nesta quinta-feira, mesmo após o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) elevar os juros ontem, o que fortaleceu o dólar. Além disso, um relatório divulgado na quarta-feira mostrou um aumento na produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
Às 9h34 (de Brasília), o petróleo WTI para janeiro subia 0,45%, a US$ 51,27 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para fevereiro avançava 0,83%, a US$ 54,35 o barril, na ICE.
O Fed elevou os juros pela primeira vez em um ano, colocando certa pressão sobre os mercados de commodities. O aperto monetário nos EUA fortalece o dólar, principal moeda usada nas negociações do petróleo, o que torna o barril mais caro para os detentores de outras divisas.
A demanda por petróleo nos mercados emergentes tende a recuar quando ocorre uma elevação nos juros nos EUA, segundo análise do Bank of America Merrill Lynch. As economias emergentes são vulneráveis à alta nos juros nos EUA porque com isso suas dívidas se tornam mais custosas para financiar e as importações, entre elas o petróleo, mais caras.
Houve uma notícia positiva para o petróleo na quarta-feira, quando o Departamento de Energia informou que houve uma queda de 2,6 milhões de barris nos estoques dos EUA na última semana. Já o relatório da Opep mostrou que o grupo elevou sua produção em 150 mil barris por dia em novembro, para 33,87 milhões de barris por dia. Para a Opep atingir o acordo fixado em 30 de novembro para limitar a produção a 32,5 milhões de barris por dia, o cartel terá de cortar a produção em 1,37 milhão de barris, mais que o 1,2 milhão de barris originalmente previsto, o que torna mais difícil cumprir a iniciativa, disse em nota a Capital Economics.
A consultoria também apontou pressão de baixa ante a possibilidade de elevar a produção da Nigéria e da Líbia, que estavam isentas dos cortes. Caso a produção dos dois países aumente, o restante do grupo terá de cortar mais, diz a Capital Economics. O analista Olivier Jakob, da Petromatrix, disse que um problema no acordo da Opep é que ele isenta países dos cortes, mas estabelece uma meta de produção que inclui essas nações. Fonte: Dow Jones Newswires.
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