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Porto Alegre, quarta-feira, 14 de dezembro de 2016. Atualizado às 17h45.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 14/12 às 18h46min

Petróleo cai pressionado por alta dos estoques em Cushing e incertezas com Opep

Os preços do petróleo fecharam em queda superior a 1% nesta quarta-feira (14), diante de novas preocupações com um excesso de oferta por causa do aumento dos estoques de petróleo armazenados nos EUA e pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que disse que precisará de ajuda para eliminar o superávit crescente.
O petróleo WTI para janeiro negociado em Nova York, na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em baixa de 3,66%, a US$ 51,04 por barril. Já o barril do tipo Brent para fevereiro caiu 3,26%, a US$ 53,90 por barril.
A Opep alertou hoje que precisará que nações de fora do cartel cumpram a promessa de seguir seus esforços de reduzir a produção da commodity para eliminar o excesso de oferta, embora os mercados possam se reequilibrar até a segunda metade do próximo ano se ambos os lados honrarem seus compromissos.
No último sábado, a Opep conseguiu persuadir países não pertencentes ao cartel a reduzir a produção em 558 mil barris por dia (bpd). Antes disso, no fim de novembro, a Opep já havia se comprometido a cortar sua produção conjunta diária em 1,2 milhão de barris. Há dúvidas, porém, se a Rússia e outros países de fora da Opep irão de fato implementar os cortes prometidos.
Além disso, os estoques no hub de entrega de Cushing, Oklahoma, subiram mais uma vez, o sexto aumento em sete semanas. No início da tarde, o Departamento de Energia dos EUA (DoE, na sigla em inglês), informou que os estoques de petróleo em Cushing tiveram alta de 1,223 milhão de barris na semana, para 66,508 milhões.
Apesar de os estoques de petróleo dos Estados Unidos terem caído 2,563 milhões de barris na semana encerrada em 9 de dezembro, o que chegou a reduzir as perdas no mercado, o aumento em Cushing pesou mais.
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