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Porto Alegre, quarta-feira, 14 de dezembro de 2016. Atualizado às 10h05.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 14/12 às 11h05min

Depois de mostrar instabilidade na abertura, Bovespa firma-se em queda

O dia será de indefinição na Bovespa à espera do anúncio da decisão do Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano, e do estado de alerta quanto ao noticiário político. O vencimento do futuro do Ibovespa (dezembro) também tende a gerar volatilidade.
"Hoje a tendência (para a Bovespa) esta bem indefinida. No cenário internacional, o mercado seguirá cauteloso, aguardando o Fed. No doméstico, acompanhará os reflexos da delação premiada (da Odebrecht) e a sessão na CCJ na Câmara (na qual se discute a reforma da Previdência)", afirmou o analista da Clear Corretora Raphael Figueredo.
A Bolsa abriu em queda, passou a exibir sinal positivo e, em seguida, experimentou uma sequência de mínimas, firmando o sinal negativo. No menor valor intraday até as 10h28min, marcou 59.023 pontos (-0,43%).
Nessa primeira hora de negociação, o Ibovespa tem uma pressão de alta de algumas blue chips do setor financeiro e uma pressão de baixa de empresas ligadas a commodities. A Petrobras, por exemplo, perde valor, assim como os contratos futuros do petróleo na Nymex (NY) e na ICE (Londres).
Sobre o resultado da pesquisa sobre o setor de serviços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o analista econômico Thiago Xavier, da Tendências Consultoria Integrada, afirmou que a deterioração na atividade de serviços mostra um cenário desafiador. Em outubro, o setor teve um recuo de 2,4% ante setembro segundo o levantamento do IBGE.
Apesar desse entendimento, Xavier afirmou que o resultado ainda é insuficiente para, de forma isolada, alterar a projeção de recuo de 0,2% para o Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre.
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