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Porto Alegre, terça-feira, 13 de dezembro de 2016. Atualizado às 15h50.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 13/12 às 16h54min

Taxas futuras de juros fecham em leve alta com correção e cautela com Previdência

Os juros futuros encerraram a terça-feiracom viés de alta. A direção, inversa a registrada no começo do dia, foi atribuída a uma correção de posições, após a aprovação em segundo turno no Senado da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que limita os gastos públicos federais. Também contribuiu para o movimento, ainda que em menor grau, alguma cautela quanto à reforma da Previdência.
"O mercado realizou no fato. Principalmente com a perda de 11 senadores, deixando uma luz amarela pra votação da reforma da Previdência", disse Luis Felipe Laudisio, operador sênior de renda fixa da Renascença DTVM. Dez senadores da base deixaram de participar da votação, além do senador Dário Berger (PMDB-SC), que mudou de voto.
Um gestor minimizou o placar. Para ele, "é um alívio" a conclusão do processo da PEC do Teto. "Mas parece que algumas tesourarias estão reduzindo posições (vendidas em taxa) para o fechamento do ano."
O presidente Michel Temer disse que o placar menor nesta terça na comparação com a votação da PEC em primeiro turno não representa derrota nem perda de apoio do governo. A vice-presidente da Moody's, Samar Maziad, afirmou ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) que a PEC "não garante a reforma da Previdência Social, que é um complemento essencial, mas sinaliza uma política fiscal positiva".
Ao término da sessão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2018 apontava a máxima de 11,83%, ante 11,82% no ajuste de segunda-feira. O DI para janeiro de 2019 tinha taxa de 11,46%, de 11,43% no ajuste anterior. A taxa do contrato para janeiro de 2021 subia de 11,79% para 11,85%.
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