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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de dezembro de 2016. Atualizado às 21h44.

Jornal do Comércio

Economia

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Logística

Notícia da edição impressa de 09/12/2016. Alterada em 08/12 às 22h45min

'Tempestade perfeita' trava aviação no Brasil, afirma associação internacional

Companhias aéreas estrangeiras reduziram oferta de voos no País

Companhias aéreas estrangeiras reduziram oferta de voos no País


Antonio Cruz/ABR/JC
Uma tempestade perfeita. Foi assim que o diretor regional para a América da Iata (sigla em inglês para Associação Internacional de Transporte Aéreo) justificou os resultados negativos do setor aéreo no Brasil. Nas palavras de Peter Cerdá, a combinação de uma crise política, econômica e social é responsável pela retração do setor que amarga 15 meses de queda em sua demanda de passageiros.
Cerdá aponta para a redução no Brasil de 12% da oferta no mercado doméstico e 4% no mercado de voos internacionais. "Virtualmente, todas as companhias aéreas (internacionais) reduziram sua frequência ou o tipo de aeronave que serve o País, para evitar a volatilidade da economia", disse ele. Cerdá aponta que durante os últimos anos, os custos operacionais cresceram 24%, enquanto a receita das empresas no País, cresceram apenas 3,7%. Enquanto isso, a instabilidade política do último um ano e meio trava discussões de regulações que poderiam alavancar o setor.
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