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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de dezembro de 2016. Atualizado às 16h34.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 08/12 às 17h36min

Taxas futuras de juros fecham em baixa com ajustes à permanência de Renan

Os juros futuros fecharam a quinta-feira, 8, em baixa, em decorrência da permanência de Renan Calheiros (PMDB-AL) na presidência do Senado. Na quarta-feira (7) esse resultado já havia sido em parte antecipado, mas como a confirmação saiu após o encerramento, ainda havia ajustes a serem feitos. A decisão do Banco Central Europeu (BCE) de estender seu programa de recompra de bônus até o final de 2017 contribuiu para a queda das taxas.
Os profissionais atribuíram a direção, principalmente, à diminuição da tensão envolvendo o cenário político. Com Renan, o calendário da PEC do Teto, importante medida do ajuste fiscal, foi mantido. Além disso, o ruído político baixou. No pano de fundo, segundo profissionais de renda fixa, está a expectativa de corte da Selic em ritmo mais acelerado, como sinalizado pela comunicação recente do Banco Central.
"A percepção crescente de que o ciclo de que queda de juros deverá ser muito intenso", disse um gestor. "O mercado ainda não conseguiu precificar corretamente a ata do Copom devido à crise política que estourou ao mesmo tempo", acrescentou um operador.
A escolha, pelo presidente Michel Temer, do líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA), para assumir uma turbinada Secretaria de Governo foi bem recebida pelo mercado. Uma leitura inicial nas mesas de operação é a de que essa presença tucana possa resultar melhor articulação política e base aliada mais unida.
Em relação ao BCE, esta tarde, o bom o humor prevaleceu. Embora tenha anunciado estender seu programa de estímulos com compras mensais de títulos menores, no fim, o BCE injetará no mercado quantidade de dinheiro maior do que a esperada pelos investidores.
Ao término da sessão regular, contrato de Depósito Interfinanceiro para janeiro de 2018 tinha taxa de 11,90%, de 11,92% no ajuste de quarta. Para janeiro de 2019, a taxa projetada era de 11,48% (11,55% na véspera). O DI para janeiro de 2021 tinha taxa de 11,75% (11,95%).
O dólar à vista no balcão caía 0,54%, aos R$ 3,3845. O Ibovespa recuava 1,04%, aos 60.774,28, puxado por uma realização de lucros.
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