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Porto Alegre, quarta-feira, 07 de dezembro de 2016. Atualizado às 15h42.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 07/12 às 16h45min

Bolsas da Europa têm fortes ganhos sustentadas por bancos e expectativa com BCE

As bolsas europeias fecharam com fortes ganhos nesta quarta-feira (7) com os investidores mudando o foco para a reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) amanhã, quando o mercado espera pela extensão do programa de compras de ativos por, pelo menos, seis meses. Além disso, relatos de que o banco mais prejudicado na Itália poderá receber ajuda do governo também impulsionou o setor em toda a Europa.
A Bolsa de Londres fechou em alta de 1,81%, aos 6.902,23 pontos; Paris avançou 1,36%, aos 4.694,72 pontos; Frankfurt ganhou 1,96%, aos 10.986,69 pontos; Milão teve acréscimo de 2,10%, aos 18.130,66 pontos; Madri expandiu 0,75%, aos 8.960,40 pontos; e Lisboa teve ganho de 1,90%, aos 4.573,92 pontos.
O índice Stoxx Europe 600 subiu 0,9%, terminando em 347,70 pontos, seu maior fechamento desde 22 de setembro, de acordo com dados do FactSet. O índice marcou seu terceiro dia de ganhos.
Diante da expectativa de maior tempo de estímulos, que estão previstos para terminarem em março, os bancos mais uma vez foram beneficiados. A expectativa fez investidores migrarem para as ações do setor financeiro, que também sobem diante do recuo dos temores sobre as implicações do referendo italiano. Os ganhos do setor foram impulsionados ainda pelo possível resgate do governo italiano no Monte dei Paschi. O banco era apontado como o de maior risco e espera-se agora que seja recapitalizado, após relatos de que o governo está se preparando para injetar dinheiro e assumir uma posição de controle do banco. O papel do banco, negociado em Milão, terminou em alta de 10,79%.
Em Londres, o banco Lloyds teve avanço de 3,85%, enquanto Standard Chartered, HSBC e RBS subiram mais de 3%. As mineradoras também tiveram bom desempenho diante dos preços mais altos do ferro, com a Rio Tinto liderando a alta de 5,8%.
Em Frankfurt, cujo índice DAX chegou a atingir durante as negociações um recorde histórico de 10.998,79 pontos, além dos ganhos do Deutsche Bank e do Commerzbank, com altas de 5,4% e 3,8%, respectivamente, o papel da ThyssenKrupp encerrou em alta de 6,6% com o mercado apontando para as esperanças de uma possível fusão do negócio siderúrgico da ThyssenKrupp com a Tata Steel.
Apesar do otimismo em relação ao BCE, operadores temem que a instituição possa também incluir alguma sinalização sobre o fim do programa de ativos, que atualmente despeja 80 bilhões de euros por mês sobre a economia. Essa possibilidade levou o euro a operar em alta em relação ao dólar. Com o euro mais fraco, as empresas exportadoras aproveitaram para embolsar ganhos. (Com informações da Dow Jones Newswires)
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