Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 28 de dezembro de 2016. Atualizado às 21h53.

Jornal do Comércio

Colunas

COMENTAR | CORRIGIR
Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 29/12/2016. Alterada em 28/12 às 22h52min

O ano do Senado

Ao contrário da Câmara dos Deputados, o Senado não teve um "annus horribilis" em 2016. Mas isso não quer dizer que tenha sido um ano especialmente bom. A casa legislativa manteve um pouco de dignidade num ano que, politicamente, fez história: 2016 começou com medidas provisórias e a expectativa do impeachment. Quando chegou no Senado, o processo que derrubou a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) seguiu o rito no tempo certo. Não foi a coisa atordoada e desesperada que se viu na Câmara. Se os 513 deputados transformaram o impeachment num espetáculo deprimente, os 81 senadores deram de volta o caráter formal, chato e entediante do processo cheio de regrinhas. Tanto que o que se viu nos últimos momentos de Dilma como presidente lembrava mais uma confraria de compadres ou o pátio de uma escola pequena do que uma casa legislativa de um País no meio de uma crise política particularmente grave.
Começo da crise
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia