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Porto Alegre, domingo, 25 de dezembro de 2016. Atualizado às 21h21.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 26/12/2016. Alterada em 25/12 às 19h22min

Votação do pacote

Não adianta, deputados, juízes, procuradores, Defensoria Pública e Tribunal de Contas (TCE) estão acima do bem e do mal no Rio Grande do Sul e no Brasil. Fazem trabalho importantíssimo, ganham bem, de maneira justa. Têm muitos recursos, em 2016 ajudaram na economia e até devolveram dinheiro ao Tesouro. Mas ficar na Assembleia Legislativa pressionando deputados a não alteraram o duodécimo, dando um valor fixo projetado, sem ligar para a realidade da arrecadação de um Estado falido, quebrado, que está pagando parceladamente o funcionalismo, é difícil de engolir. Mas, claro, a Assembleia e o Judiciário não têm nada a ver com isso. Ficaram até a madrugada pressionando os deputados, inclusive, com mensagens e pessoalmente. Isso é uma vergonha. E continuam com auxílios disso e daquilo, ignorando a falência do Tesouro. (Paulo Azambuja, Porto Alegre)
Sonegação
Alguns técnicos fazendários falam da sonegação no Estado e que, se combatida, ela acabaria com o déficit, ao lado do fim das isenções fiscais. Como é simples! Só os demais servidores, o governador e os secretários não enxergaram isso? Nem os deputados, salvo os da oposição, claro. Ora, são justamente os encarregados de combater a sonegação que dizem que ela existe e é astronômica? Não entendo. E foi o governador atual quem deu isenções e iniciou a sonegação? (Lúcio Mauro de Freitas, Porto Alegre)
Funcionalismo
Temos, também no Rio Grande do Sul, uma chamada categoria de "primeira classe", que são os servidores públicos. Decidem quando trabalhar, fazem greves, vão para as ruas durante o horário de trabalho e fica por isso mesmo. (Mauro Bento Freitas, Guaíba/RS)
Formandos de 1953
Em 22 de dezembro de 1953, colaram grau os bacharéis em Ciências Jurídicas e Sociais da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, paraninfados pelo professor Galeno Vellinho Lacerda, sendo orador o acadêmico Alcêu Morais Almeida. Integraram o grupo Mayl Bueno de Assis Brasil e Elenita Marcolla. O professor José Sperb Sanseverino desempenhava o cargo de secretário da entidade. Resta a saudade dos colegas que já partiram. (Fernando Wunderlich, Rio Pardo/RS)
Venezuela
Como era esperado, o tecido institucional da Venezuela foi rompido. A pergunta que faço é: Como ficam os milhões/bilhões de reais do nosso Bndes emprestados àquele país nos últimos anos pelos nossos governos simpatizantes daquela tresloucada aventura bolivariana? E pensar que nosso povo está passando necessidades e todos os índices sociais pioraram e muito no Brasil. (Augusto César Martins de Oliveira, coronel da reserva do Exército e advogado, Rio Grande/RS)
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