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Porto Alegre, domingo, 18 de dezembro de 2016. Atualizado às 16h10.

Jornal do Comércio

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Affonso Ritter

Observador

Notícia da edição impressa de 16/12/2016. Alterada em 15/12 às 22h50min

Restrições ao pacote gaúcho

Embora a Abimaq/RS apoie o pacote de medidas do governo Sartori, ela tem restrições às mudanças no ICMS, segundo o vice-presidente Hernane Cauduro. Para começar, a antecipação do seu recolhimento não deve ser considerada medida de saneamento, devido ao impacto direto no fluxo de caixa das empresas em momento de crise, agravado pelo aumento da alíquota do tributo, já em plena recessão. A outra crítica é à restrição em 30% da apropriação de crédito presumido de 2016 a 2018. É que são contrapartidas para a indústria gaúcha não ficar em desvantagem concorrencial com empresas do mesmo segmento, que gozam de benefícios equivalentes nos seus estados.
Golpe na indústria local
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Comentários
LUIS 18/12/2016 09h48min
CHEGOU A HORA DE ABRIR A CAIXA PRETA DESSES INCENTIVOS FISCAIS NEBULOSOS PARA MAGNATAS,AO INVÉS DE ENTREGAR POR MIGALHAS AS NOSSAS EMPRESAS ESTATAIS.TODA VEZ QUE VENDEM EMPRESAS ESTATAIS O DINHEIRO DESAPARECE,ESTÁ PROVADO QUE ISSO É FEITO SÓ PARA ENCHER OS BOLSOS DOS POLÍTICOS PARA O BEM DO ESTADO NADA RESOLVE ENTREGAR EMPRESAS LUCRATIVAS PARA A INICIATIVA PRIVADA,SE NÃO FOSSEM LUCRATIVAS O SETOR PRIVADO NÃO TERIA INTERESSE.