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Porto Alegre, domingo, 25 de dezembro de 2016. Atualizado às 21h27.

Jornal do Comércio

Empresas & Negócios

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Opinião

Notícia da edição impressa de 26/12/2016. Alterada em 23/12 às 15h08min

Área da saúde é a bola da vez entre os apps O2O

Robson Parzianello
É inegável que os aplicativos O2O (on-line to off-line) já fazem parte do cotidiano de boa parcela de brasileiros. Isso ocorre porque algumas aplicações tiveram a competência de trazer comodidade e facilidade aos consumidores no momento de solicitar tarefas triviais, excluindo a necessidade de realizar ligações telefônicas para tal. Este é o caso, por exemplo, dos apps de transportes (Uber, 99, Easy) e de entrega de comida (PedidosJá e iFood), que já conseguiram atingir um público cativo e fiel, mas ainda possuem capilaridade para alcançar novos usuários.
Os bons resultados alcançados por essas empresas foi um fator inspirador para outros empreendedores, posteriormente, investissem na criação de apps com a mesma premissa - oferecer conveniência e melhorar a experiência de compra de produtos e serviços. Nesse período, surgiram com maior relevância as plataformas de entregas expressas, reservas de mesas em restaurantes, venda de ingressos e, mais recentemente, as aplicações que vão desde o agendamento de horários em salões de beleza até aluguel de carros.
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