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Porto Alegre, domingo, 18 de dezembro de 2016. Atualizado às 20h30.

Jornal do Comércio

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opinião

Notícia da edição impressa de 19/12/2016. Alterada em 18/12 às 21h28min

Melhor fazer algo do que ficar parado

Ana Flávia Corujo
O ser humano, naturalmente, tem resistência às mudanças: trocar de casa, de carro, de emprego, de cidade - e até de caminho. Gostamos do conhecido, justamente por ser conhecido, tangível, algo que não causa dor. Mudar requer ação, uma ação experimental. Por mais que ela seja planejada, sempre será uma nova experiência, e isso causa riscos, sentimentos ansiosos, desconfortáveis, eufóricos, prazerosos e até dolorosos.
Por mais que a gente saiba que mudamos, porque evoluímos e acumulamos experiências diárias, resistimos a mudar. Muitas vezes preferimos ser invisíveis só para não tomar certas ações. Aí ficamos lá no berço esplêndido do gerúndio: só nos justificando.
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