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Porto Alegre, terça-feira, 29 de novembro de 2016. Atualizado às 16h23.

Jornal do Comércio

Política

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REESTRUTURAÇÃO DO ESTADO

29/11/2016 - 12h11min. Alterada em 29/11 às 17h26min

'Abraço' ao Jardim Botânico tenta impedir extinção da Fundação Zoobotânica

Integrantes da FZB, de outras fundações a serem extintas, moradores e estudantes participaram

Integrantes da FZB, de outras fundações a serem extintas, moradores e estudantes participaram


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Leticia Bay
Centenas de pessoas fizeram um abraço simbólico ao Jardim Botânico, na manhã terça-feira (29) em Porto Alegre, em defesa da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul (FZB/RS). A  FZB está na lista do governo estadual das fundações públicas a serem extintas. O Instituto Curicaca liderou a manifestação.
O Projeto de Lei (PL) 246 prevê a extinção da fundação, além da Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec), Fundação de Economia e Estatística (FEE), Fundação Piratini (TVE e FM Cultura), Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH) e Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan).
A presidente da associação dos funcionários da FZB, Josy Matos, lembrou que a FZB já havia sido alvo da proposta de extinção 2015, depois o governo recuou. Matos citou que a fundação não causa nenhum prejuízo ao Estado. “O orçamento representa 0,04% no total do governo. Além disso, economizamos milhões de reais com nossos serviços”, argumentou a dirigente.
Participaram do evento representantes das demais instituições ameaçadas de extinção, além de moradores da região, apoiadores, colaboradores, estudantes e autoridades da área ambiental. Tadeu Kincheski Filho, funcionário da Companhia Riograndense de Artes Gráficas (Corag) diz que a extinção das instituições não tem fundamento e que o lucro que a Corag gera para o Estado é maior do que o prejuízo. “Todos temos conhecimento de que a extinção não é a solução”, completa Kincheski.
O governador José Ivo Sartori anunciou em 21 de novembro a extinção de 11 órgãos – nove fundações, uma companhia e uma autarquia – e a redução no número de secretarias, que passa de 20 para 17, com três fusões. A justificativa é a necessidade de conter a crise financeira do Estado. Com a medida, cerca de 1,1 mil e 1,2 mil servidores, entre efetivos e cargos de confiança, serão demitidos. A proposta será encaminhada para a Assembleia Legislativa.
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