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Porto Alegre, quinta-feira, 24 de novembro de 2016. Atualizado às 12h48.

Jornal do Comércio

Política

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Operação Lava Jato

Alterada em 24/11 às 13h48min

'Não tenho esse conhecimento', diz delator questionado se Lula pediu propina

O engenheiro Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, cumpriu na quarta-feira (23) mais uma etapa da sua jornada sem fim como delator da Operação Lava Jato. Arrolado pelo Ministério Público Federal como testemunha de acusação do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, Costa foi à audiência na Justiça Federal em Curitiba, sob presidência do juiz Sérgio Moro, e disse a frase "não tenho esse conhecimento", quando questionado se Lula solicitou ou recebeu vantagem indevida em razão do cargo que possuía.
O delator deu a mesma resposta quando perguntado se Lula aceitou promessa de vantagem indevida em razão do cargo e se Costa tinha conhecimento que a OAS, por seus executivos Léo Pinheiro e Agenor de Medeiros, teria oferecido vantagem indevida em razão do cargo ao ex-presidente da República.
Foi o depoimento 207 do delator desde que fechou acordo com a força-tarefa e assumiu o compromisso de atender as chamadas de todas as frentes da Lava Jato.
Na ação penal em que Paulo Roberto Costa depôs, Lula é réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do apartamento triplex. Os procuradores acusam o petista de ter recebido R$ 3,7 milhões em propinas da empreiteira OAS.
Ele falou da cota do PT na Diretoria de Serviços da estatal petrolífera. E da cota de outros partidos, como o PP e o PMDB, em áreas estratégicas da companhia. Falou ainda dos porcentuais de propinas sobre contratos.
Costa respondeu cinco perguntas em sequência de um dos advogados do ex-presidente Lula na parte final de seu depoimento. 
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