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Porto Alegre, quarta-feira, 23 de novembro de 2016. Atualizado às 23h53.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 24/11/2016. Alterada em 24/11 às 00h51min

Jovens e sem emprego

Fábio Souza
O mercado de trabalho no Rio Grande do Sul ainda está sofrendo os reflexos dos altos índices de desemprego no Brasil, que, este mês, chegou a 11,6 milhões de pessoas. Mas, para a surpresa de todos, são os jovens com até 24 anos que apareceram como os mais prejudicados e com menos perspectivas que os demais profissionais.
Segundo o IBGE, de outubro do ano passado até agora, mais de 2 milhões de trabalhadores nessa faixa etária foram dispensados pelas empresas em todo o País. Isso teria uma explicação: quando colocado na balança, o gasto com um profissional experiente - que cada vez mais tende a aceitar salários e cargos menores daqueles que estava habituado, só para não ficar parado - é praticamente o mesmo de um profissional em início de carreira. De acordo com o levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a taxa de jovens ocupados, que chegou a atingir o pico de 44% em 2012, ficou em 37% no primeiro trimestre de 2016. A quantidade dos que não conseguem um emprego, por sua vez, passou de 8%, em 2015, para 12% neste ano. A pesquisa também mostrou outros dados ainda mais alarmantes: de um ano para cá, já foram eliminados 673 mil postos de trabalho entre os jovens de 18 a 24 anos, contra 234 mil de profissionais na faixa dos 30 aos 39 anos e 172 mil de 40 a 49 anos.
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