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Porto Alegre, quinta-feira, 03 de novembro de 2016. Atualizado às 21h43.

Jornal do Comércio

Opinião

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Artigo

Notícia da edição impressa de 04/11/2016. Alterada em 03/11 às 22h42min

Houve uma vez o Porto Alegre

José Maria Rodrigues de Vilhena
Intellegéntia, expressão latina, significa capacidade. Eis o que falta ao Brasil. Ocorreu-me a ideia quando li a matéria do Jornal do Comércio, edição de 03/11/2016, sobre a aprovação do projeto Cais Mauá pelo Conselho do Plano Diretor. Por favor, não ideologizem a questão, mas conceber a transmutação de um porto em shopping center e utilizá-lo como área de investimento imobiliário parece vir ao encontro de colocar lucros à frente da lógica. Ora, o nome da nossa cidade deve-se ao porto, o Porto Alegre que os açorianos estabeleceram. Foi, através dele, desenvolvido o centro urbano, cujo crescimento resultou numa das mais importantes cidades da América do Sul.
Infelizmente, a capacidade estratégica na civilização brasileira não assimila, talvez de forma propositada, ser impossível a um país sustentar-se sem sistema de mobilidade e transporte eficiente. Eis a razão pela qual modais hidroviário, ferroviário, rodoviário e aeroviário precisam formar e formatar uma rede de transporte de cargas e passageiros rápida, segura e dentro do melhor custo. Para tanto, entre muitas estruturas necessárias, os portos são pontos críticos no funcionamento do sistema, pois a capacidade de interface com a rede rodoviária e ferroviária é imediata. A propósito: o projeto da nova ponte sobre o Guaíba prevê implantação de via férrea? Transformar portos em zonas de comércio tem sido empreendimento recorrente, aconteceu em Londres, Lisboa, Buenos Aires. Outra realidade, há de dizer-se. Na condição de infraestrutura do Brasil, a percepção precisa de outro enfoque. Aqui, a melhor atividade para um porto é funcionar, eficientemente, como tal.
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