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Porto Alegre, quarta-feira, 16 de novembro de 2016. Atualizado às 01h35.

Jornal do Comércio

Internacional

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Colômbia

Notícia da edição impressa de 16/11/2016. Alterada em 15/11 às 20h47min

Acordo de paz é definitivo, afirma governo

O novo acordo de paz assinado no sábado, em Havana, pelo governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) é definitivo e não há mais possibilidade de negociação, disse ontem o líder da delegação do governo, Humberto de la Calle.
Segundo de la Calle, falta definir apenas o modo como o acordo será referendado antes da sua implementação. Ele assegurou que se trata de um acordo "autenticamente novo", que inclui mais de 80% das propostas dos que rechaçaram o texto anterior no plebiscito de 2 de outubro.
O documento atual, no entanto, não contempla o cárcere dos guerrilheiros, mas detalha os lugares onde os rebeldes pagarão suas penas. Esse era um dos pontos que preocupava os opositores do acordo inicial, ou seja, que os guerrilheiros acusados de crimes hediondo não fossem presos, apenas submetidos a penas alternativas. Entre as medidas acordadas, as Farc deverão apresentar em até 180 dias após a data de seu desarmamento, um inventário detalhado de seus bens e ativos para compensar as vítimas.
A aprovação pela população é o próximo passo para que o governo colombiano implemente o acordo, que está em negociação desde 2012. A partir daí, o governo prevê que começará o processo de desarmamento das Farc e a sua legalização para passar a ter participação política.
De acordo com o ministro do Interior, Juan Fernando Cristo, mecanismos como plebiscitos, conselhos populares ou a votação dos acordos no Congresso podem ser ferramentas que validarão o tratado. Apesar da ânsia do governo em encerrar a discussão, os ministros se recusaram a falar sobre prazos para as discussões.
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