Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 17 de novembro de 2016. Atualizado às 14h19.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

saúde

Alterada em 17/11 às 15h22min

Brasil é vanguarda em pesquisas sobre Zika, diz ministro

Agência Brasil
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse hoje (17) que o Brasil é o país que mais acumula conhecimento sobre o vírus Zika, com maior avanço nas pesquisas atuais. "Já temos duas vacinas em testes clínicos e queremos continuar nessa vanguarda", disse, após participar de audiência pública na Comissão Mista de Orçamento da Câmara dos Deputados.
Barros lembrou que amanhã (18) a Organização Mundial da Saúde (OMS) deve se reunir para tratar do aumento de casos de microcefalia e outras desordens neurológicas associados à epidemia de Zika. "A OMS vai fazer uma revisão sobre todo esse conhecimento e vai nos estabelecer novas diretrizes. Mas o Brasil é vanguarda", reforçou, ao citar a pesquisa com a bactéria Wolbachia entre outras ações em desenvolvimento no país.
"O importante agora, para nós, é combater o mosquito. É isso que podemos fazer e a sociedade toda está convocada para essa tarefa. O desenvolvimento das pesquisas leva tempo. Espero que, talvez no próximo verão, já tenhamos solução científica para proteger as pessoas do vírus, especialmente do Zika, que causa microcefalia e tem um impacto de longo prazo na vida das pessoas", concluiu.
O comitê de emergência da OMS se reúne amanhã, pela quinta vez, para tratar da epidemia de Zika e do aumento de casos de microcefalia e outras desordens neurológicas associados à infecção. Os especialistas devem definir se o quadro atual ainda constitui emergência em saúde pública de ordem internacional e revisar a implementação e os impactos de recomendações definidas em reuniões anteriores, além de determinar a necessidade de novas recomendações.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia