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Porto Alegre, terça-feira, 29 de novembro de 2016. Atualizado às 14h18.

Jornal do Comércio

Economia

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Petróleo

Alterada em 29/11 às 15h22min

Iraque e Irã aceitam congelar produção de petróleo, mas Arábia Saudita quer mais

O Iraque e o Irã abrandaram suas posições antes da crucial reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) nesta quarta-feira, segundo pessoas ligadas ao assunto. Isso pode não ser, porém, suficiente para satisfazer as demandas da Arábia Saudita por um corte abrangente na produção.
Em negociações de último minuto, segundo as fontes, o Iraque disse que concorda em congelar sua produção de 4,55 milhões de barris por dia de petróleo, mas não cortá-la. O Iraque, além disso, aceita utilizar dados independentes como base para indicar o patamar desejado.
O Irã disse aos outros membros da Opep que pode congelar a produção no início de 2017, ao atingir 3,97 milhões de barris por dia, retomando a fatia de mercado perdida durante os anos de sanções ocidentais, disseram os funcionários ouvidos.
As propostas de Irã e Iraque têm circulado entre os membros da Opep, que se prepara para a importante reunião desta quarta-feira, vista como um teste crucial para a capacidade do grupo de influenciar os mercados de petróleo.
Funcionários do Iraque não quiseram comentar o assunto. O ministro do petróleo do Irã, Bijan Zanganeh, não quis dar detalhes sobre o que negocia. Ele disse que deseja manter o acordo fechado em setembro na Argélia, quando o cartel decidiu controlar a produção, mas dar um tratamento especial não definido ao Irã. O ministro do Petróleo da Indonésia, Ignasius Jonan, disse que seu país ainda não decidiu se participará dos cortes. 
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