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Porto Alegre, segunda-feira, 28 de novembro de 2016. Atualizado às 08h58.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 28/11 às 10h02min

Petróleo oscila à espera de notícias da Opep

Os contratos do petróleo flutuavam oscilavam nesta manhã, em busca de uma direção mais clara à espera de notícias da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que pode anunciar nesta semana um corte na produção. Após chegarem a subir, os contratos operavam com baixas um pouco mais acentuadas, embora mais flutuações não possam ser descartadas.
Às 9h49min (de Brasília), o petróleo WTI para janeiro caía 0,76%, a US$ 45,71 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para fevereiro recuava 0,68%, a US$ 47,91 o barril, na ICE.
O preço do petróleo tem oscilado em boa parte do ano de olho nos sinais da Opep. Nesta quarta-feira, o cartel se reúne e deve tentar fechar um acordo para conter a produção e impulsionar os preços.
Na quarta-feira, o preço do barril caiu 4% após a Arábia Saudita cancelar uma reunião com a Rússia. Diretor de pesquisa em commodities do Julius Baer, Norbert Rücker disse que a maioria dos analistas está cada vez mais cansada para explicar cada movimento dos preços. "Finalmente, a reunião da Opep desta quarta-feira deve colocar um fim nessas idas e vindas da diplomacia do petróleo", comentou em nota Rücker. "As chances de um acordo são altas, mas nós permanecemos céticos de que ele tenha peso e não vemos um impacto duradouro nos preços."
Outros participantes do mercado acreditam que os países da Opep começarão agora a preparar o mercado para a possibilidade de não haver um pacto, a fim de evitar um forte movimento de vendas na quarta-feira.
Caso saia um acordo, ele deve enfrentar dificuldades, diante do histórico da Opep de não respeitar as cotas de produção e também do fato de que produtores importantes devem ficar isentos da iniciativa, disse Bjarne Schieldrop, do banco sueco SEB.
O dólar pode também ter um papel em manter o petróleo no mercado. O Morgan Stanley disse que a força relativa da moeda dos EUA ajuda a compensar o fator negativo dos preços baixos para os países com moedas mais desvalorizadas, particularmente na Rússia e na América Latina. Isso dá aos países menos motivações para cortar a produção. Os analistas do banco preveem que a moeda fique forte em 2017, o que pode fazer com que alguns projetos paralisados tornem-se viáveis novamente no próximo ano.
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