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Porto Alegre, quinta-feira, 24 de novembro de 2016. Atualizado às 10h48.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

Alterada em 24/11 às 11h52min

Intenção de consumo das famílias gaúchas mostra leve melhora em novembro

O indicador relacionado ao nível de consumo atual subiu 2,1% no mês

O indicador relacionado ao nível de consumo atual subiu 2,1% no mês


JONATHAN HECKLER/JC
O indicador que meda a intenção de consumo das famílias gaúchas registrou leve melhora em novembro. O ICF avançou 5,0% sobre o mês anterior (aos 64,1 pontos) e reduziu o ritmo de queda na comparação com o mesmo período de 2015. Em novembro, a queda foi de 8,7% nessa base de comparação. Os dados são da pesquisa Intenção de Consumo das Famílias Gaúchas – ICF, divulgada nesta quinta-feira (24) pela Fecomércio-RS.
Na avaliação da entidade, a intenção de consumo ainda deve permanecer em baixa devido ao mercado de trabalho enfraquecido. “No entanto, essa melhora tênue registrada pelo ICF em novembro pode ser interpretada mais como um sinal de interrupção de queda do que uma recuperação mais robusta”, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, em nota.
A avaliação quanto à situação do emprego alcançou 105,7 pontos, entrando no patamar otimista depois de um período de oito meses em nível pessimista. O indicador cresceu 8,3% sobre outubro/2016 e 0,4% sobre novembro/2015. O dado referente à situação de renda atual ficou em 64,9 pontos, com recuo de 6,9% na comparação com outubro/2016 e queda de 22,1% sobre novembro do ano passado. Além disso, inflação em alta e reajustes salariais menores reforçam a percepção de um cenário com renda menor.
O indicador relacionado ao nível de consumo atual subiu 2,1% em novembro/2016 ante outubro/2016 (aos 43,8 pontos), mas caiu 18,1% na comparação com o mesmo mês de 2015. A avaliação referente à facilidade de acesso a crédito apresentou elevação de 5,8% sobre outubro último e queda de 12,9% na comparação com novembro/2015.
Já o indicador referente ao momento para consumo de bens duráveis teve alta de 8,6% sobre outubro/2016 e queda de 21,8% na comparação com o mesmo mês do ano passado (aos 30,3 pontos).
Nas análises relativas às expectativas, o indicador que mede a perspectiva profissional atingiu 78,8 pontos, uma variação positiva de 7,2% sobre novembro de 2015 e alta de 2,1% sobre outubro de 2016. Já em relação às perspectivas de consumo, o indicador apresentou queda de 4,5% (aos 68,3 pontos) e crescimento de 17,7% na comparação com outubro último.
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