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Mercado Financeiro

22/11/2016 - 09h45min. Alterada em 06/05 às 16h19min

Cobre opera em alta, beneficiado por petróleo e apostas de demanda da China

Estadão Conteúdo
Os contratos futuros de cobre operam em alta nesta terça-feira (22), apoiados por previsões de uma demanda maior da China. Além disso, o avanço do petróleo e o dólar mais fraco colaboram para o movimento.
Na London Metal Exchange (LME), o contrato de cobre para três meses subia 1,4%, a US$ 5.637,00 a tonelada, às 9h10min (de Brasília), no patamar mais alto em uma semana. O cobre em Londres teve alta de cerca de 22% desde 24 de agosto, com apostas de investidores de mais gastos fiscais na China e nos Estados Unidos. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para dezembro avançava 2,03%, a US$ 2,5660 a libra-peso, às 9h28min.
Analista da corretora Marex Spectron, Dee Perera disse que o mercado de cobre é impulsionado pela melhora no sentimento em uma importante conferência da indústria em Xangai. Segundo ela, há expectativa de um crescimento na demanda no próximo ano, em grande medida por causa das políticas de estímulo oficial.
O cobre é ainda beneficiado pelo petróleo, que atingiu seu patamar mais alto desde outubro, em meio a conversas da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para tentar fechar um acordo para conter a produção e estimular os preços. Muitas vezes, petróleo e cobre são negociados em conjunto por fundos na mesma cesta, com peso maior para o primeiro.
Além disso, o dólar mais fraco nesta manhã beneficia o cobre, já que com isso a commodity se torna mais barata para os detentores de outras moedas.
Ainda assim, alguns analistas avaliam que os preços dos metais usados na indústria ultrapassaram o adequado, levando-se em conta os fundamentos do mercado. O Commerzbank apontou um relatório do Grupo de Estudo Internacional do Cobre que reduziu a estimativa para o déficit na oferta global de cobre para o período até agosto. O cobre tem sido impulsionado, em parte, por previsões de analistas de um déficit na oferta, após períodos recentes de excesso de metal no mercado. "Dado que a produção de cobre tem sido expandida nesse ínterim, sobretudo na China, o mercado global de cobre deve agora estar adequadamente abastecido", avalia o banco alemão.
Entre outros metais básicos negociados na LME, o alumínio subia 1,7%, a US$ 1.748 a tonelada, o chumbo avançava 1,2%, a US$ 2.205 a tonelada, o estanho tinha alta de 1,4%, a US$ 21.100 a tonelada, o zinco ganhava 2,4%, a US$ 2.617,50 a tonelada, e o níquel subia 0,5%, a US$ 11.430 a tonelada.
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