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Porto Alegre, sexta-feira, 18 de novembro de 2016. Atualizado às 10h50.

Jornal do Comércio

Economia

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comércio exterior

18/11/2016 - 11h45min. Alterada em 18/11 às 11h52min

Exportações do agronegócio gaúcho têm nova queda em outubro

Fumo e seus produtos está entre os principais setores que exportaram no mês

Fumo e seus produtos está entre os principais setores que exportaram no mês


MAURO SCHAEFER/ARQUIVO/JC
As exportações do agronegócio gaúcho apresentaram nova queda no mês de outubro, totalizando US$ 840,9 milhões. Na comparação com o mesmo mês de 2015, ocorreram quedas em valor (22,1%) e volume (37,8%) e alta nos preços médios (25,1%). Em termos absolutos, a redução no valor exportado foi de US$ 239 milhões. No acumulado de janeiro a outubro de 2016, as exportações do agronegócio gaúcho somaram US$ 9,5 bilhões, uma queda de 6,3% em relação ao ano passado.
Os cinco principais setores exportadores foram fumo e seus produtos (US$ 243,6 milhões), complexo soja (US$ 241,0 milhões), carnes (US$ 163,2 milhões), produtos florestais (US$ 54,1 milhões) e couros e peleteria (US$ 30,4 milhões). Entre os principais setores, as carnes e os produtos florestais foram os únicos que apresentaram crescimento no volume embarcado, respectivamente, de 1,9% e 43,4%. No caso das carnes, dada a estabilidade nos preços médios, houve crescimento no valor exportado em relação a outubro de 2015 (1,8%).
As maiores variações absolutas positivas foram registradas no setor de demais máquinas e equipamentos agropecuários e suas partes (mais US$ 5,7 milhões; 87,8%) e animais vivos (mais US$5,7 milhões; 27.503,7%). Apesar disso, o que condicionou o resultado no mês foram as variações absolutas negativas ocorridas no complexo soja (menos US$ 201,6 milhões; -45,5%), no setor de cereais, farinhas e preparações (menos US$ 25,5; -61,0%) e lácteos (menos US$ 9,8 milhões; -77,3%).
Os principais destinos das exportações do agronegócio gaúcho em outubro deste ano foram China (40,6%), União Europeia (16,7%), Rússia (4,0%), Argentina (3,1%) e Coreia do Sul (3,0%).
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