Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 18 de novembro de 2016. Atualizado às 10h39.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Conjuntura

18/11/2016 - 11h39min. Alterada em 18/11 às 11h40min

Confiança dos empresários perde força em novembro

Agência Brasil
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) recuou para 51,7 pontos em novembro, registrando uma queda de 0,6 ponto em comparação com outubro, mas dentro da margem de erro do indicador. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (18) e fazem parte de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
No acumulado dos dois últimos meses, o índice registrou queda de 2 pontos, voltando a se aproximar da linha divisória dos 50 pontos, limite entre a confiança e a falta de confiança, informou a entidade. Os valores da pesquisa variam de zero a 100 pontos. Acima de 50 pontos, os valores indicam que os empresários estão otimistas.
A pesquisa mostra que, com a queda de novembro, o índice de confiança se afastou ainda mais da média histórica, que é de 54,1 pontos. De acordo com a CNI, os empresários estão menos confiantes em relação ao desempenho da economia e das empresas pelos próximos seis meses. O indicador de expectativas recuou para 55,8 pontos em novembro e está 2,9 pontos abaixo do registrado em setembro. O indicador de confiança nas condições atuais das empresas e da economia ficou em 43,8 pontos, o que revela pessimismo dos empresários.
Para a Confederação Nacional da Indústria, o índice de confiança é importante porque antecipa as tendências da economia. Empresários confiantes tendem a fazer investimentos e aumentar a produção. Isso é decisivo para o crescimento da economia. Foram ouvidas, entre 1º e 11 de novembro, 2.951 empresas em todo o país. Dessas, 1.162 são de pequeno porte, 1.124 são médias e 665 são de grande porte.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia