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Porto Alegre, quarta-feira, 16 de novembro de 2016. Atualizado às 08h39.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 16/11 às 09h42min

Cobre opera em baixa, ainda com correção após sequência de altas

Os contratos futuros do cobre operam em baixa nesta quarta-feira (16), ainda em um movimento de realização de lucros e correção após uma longa sequência de altas nos preços. O recuo do petróleo também contribui para pressionar o metal nesta manhã. Além disso, investidores aguardam o dado de produção industrial dos Estados Unidos, que sai mais tarde.
Às 8h57min (de Brasília), o cobre para três meses recuava 0,7%, a US$ 5.495 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). Às 9h11min, o cobre para dezembro tinha baixa de 1,28%, a US$ 2,4730 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
O cobre passou por vários dias de alta, após sinais mais positivos da indústria da China e também por causa da vitória de Donald Trump na corrida pela presidência dos Estados Unidos, que gerou a expectativa de mais investimentos em infraestrutura no país. A queda de hoje, portanto, é em grande medida uma correção após a sequência positiva, com investidores realizando lucros.
Além disso, o petróleo recua nesta manhã, o que também contribui para o movimento negativo. As duas commodities são muitas vezes negociadas conjuntamente, com maior peso para o petróleo. Dessa maneira, as movimentações do petróleo influem no metal.
Na agenda de indicadores, às 12h15 será divulgado o dado de produção industrial de outubro dos EUA. O país é o segundo maior consumidor de metais, atrás da China, e pode exercer uma maior influência nos preços no futuro, apontam analistas do Commerzbank. Os sinais de que Trump poderia gastar mais em infraestrutura também influem no mercado. O cobre subia mais de 7% na comparação com 7 de novembro, dia anterior à eleição presidencial norte-americana.
O analista Dee Perera, da corretora Marex Spectron, aponta que há uma correção em mercados de cobre, alumínio, chumbo e estanho, após altas recentes. Parte do movimento de alta foi causada por especuladores, segundo analistas.
Na LME, o alumínio caía 0,76%, a US$ 1.718 a tonelada, o chumbo registrava perda de 1,2%, a US$ 2.189 a tonelada, o estanho tinha baixa de 1,4%, a US$ 20.050 a tonelada, o zinco recuava 2,4%, a US$ 2.559,50 a tonelada, e o níquel caía 0,4%, a US$ 11.320 a tonelada.
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