Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 16 de novembro de 2016. Atualizado às 07h35.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

funcionalismo

15/11/2016 - 14h41min. Alterada em 15/11 às 14h41min

Receita Federal no Estado fica sem comando a partir de quarta-feira

Em mobilização nacional contra o substitutivo aprovado pela Comissão Especial da Câmara que altera o projeto de lei 5864/2016 sobre a carreira tributária, delegados e inspetores da 10ª Região Fiscal da Receita Federal reiteraram a entrega dos cargos na segunda-feira (14) ao superintendente Paulo Renato da Silva Paz.
Ao todo 26 cargos foram entregues, o que significa que a Região Fiscal ficará sem comando, a partir de quarta-feira (16), com a ausência de delegados ou inspetores para assinar documentos ou responder demandas. O protesto dos auditores é contra a interferência política na Receita Federal e com a alteração de autonomias.
De acordo com o documento assinado pelos delegados e inspetores da Receita no Estado, a aprovação do substitutivo "descaracterizou os termos acordados entre Governo e Auditores Fiscais, trazendo graves prejuízos ao funcionamento eficiente da Receita Federal do Brasil".
Na quarta passada (9), um núcleo de 57 auditores em cargos de confiança da 8ª Região Fiscal (São Paulo) divulgou carta à Presidência da República, ao Ministério da Fazenda e à Câmara protestando contra as alterações no texto original do PL 5864/16. Eles ameaçam renunciar aos postos que ocupam no território que mais arrecada tributos, cerca de R$ 500 bilhões por ano.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
André 16/11/2016 08h28min
Os "graves prejuízos" a que eles se referem são a retirada ou alteração dos artigos do PL que os equiparam ao status de ministro de estado, como se auditores fossem juizes. E mais, entrega de cargas sem portaria não significa absolutamente nada.
Cesar 15/11/2016 22h18min
A RFB está refém do sindicato dos auditores. Fora Sindifisco.