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Porto Alegre, segunda-feira, 14 de novembro de 2016. Atualizado às 18h35.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 14/11 às 19h37min

Petróleo fecha em queda pressionado por preocupações com oferta

Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta segunda-feira (14), ao passo em que o breve impulso das eleições presidenciais dos Estados Unidos dá espaço a preocupações renovadas sobre os excedentes globais da commodity. Além disso, a valorização do dólar contribuiu para o movimento.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para dezembro fechou em queda de US$ 0,09 (-0,20%), a US$ 43,32 por barril, no menor patamar desde 19 de setembro. Na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, o Brent para janeiro caiu US$ 0,32 (-0,71%), a US$ 44,43 por barril, no menor fechamento desde 10 de agosto.
Boa parte do mau humor vem do ceticismo dos participantes do mercado sobre a capacidade da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) em implementar um acordo entre seus membros para limitar a produção da matéria-prima com a finalidade de equilibrar a oferta e, consequentemente, os preços do mercado. No entanto, os níveis de produção do cartel aumentaram em outubro.
Os contratos chegaram a operar no terreno positivo durante esta tarde. Relatos de que membros da Opep estão tentando se entender em um esforço para completar o acordo encorajou alguns traders a investirem no mercado, segundo corretores. Mas o grupo só deve bater o martelo sobre o acordo no fim do mês.
Os contratos da commodity ainda foram prejudicados pelo avanço do dólar, uma vez que o petróleo é negociado na divisa americana e fica mais caro para investidores de outros países.
O dólar tem ganhado força na esteira da vitória de Donald Trump como presidente eleito dos Estados Unidos. Em sua campanha, Trump afirmou que focaria em projetos de infraestrutura para impulsionar a economia, o que deve elevar os gastos do governo americano e, consequentemente, provocar um aumento dos juros da dívida. A perspectiva de elevação de juros impulsionou o dólar.
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