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Porto Alegre, quinta-feira, 10 de novembro de 2016. Atualizado às 23h22.

Jornal do Comércio

Economia

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Agronegócios

Notícia da edição impressa de 11/11/2016. Alterada em 10/11 às 20h54min

Cultura de oliva no Rio Grande do Sul ganha zoneamento agrícola

Nos dois estados, a plantação ocupa cerca de 1.200 hectares

Nos dois estados, a plantação ocupa cerca de 1.200 hectares


/JC
O primeiro Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) da cultura de oliva para os estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo foi publicado no Diário Oficial da União, desta quinta-feira. Nas portarias são apresentadas orientações aos produtores sobre municípios aptos ao plantio e ao período mais adequado à semeadura das lavouras. Para ter direito ao Proagro (Programa de Garantia da Atividade Agropecuária), ao Proagro Mais (agricultura familiar) e à subvenção federal ao prêmio do seguro rural, o produtor deve observar os indicativos desses normativos.
A oliveira é uma das plantas mais antigas cultivadas pelo homem e, devido aos benefícios que o consumo de azeite proporciona à saúde humana e pela sua comprovada eficácia na prevenção de enfermidades cardiovasculares, seu cultivo adquiriu especial relevância nos últimos anos.
Nos estados indicados no Zoneamento Agrícola, existem olivais em fase de produção, de beneficiamento de azeitonas e de embalagem de azeite. Dados recentes da Emater-RS e da Associação dos Olivicultores dos Contrafortes da Mantiqueira (Assoolive), mostram que, somente no Rio Grande do Sul e em São Paulo, há 1.200 hectares de terra implantados com a cultura. Sendo que ainda existem outros projetos de plantio no Rio Grande do Sul, de investidores brasileiros e estrangeiros, com áreas que chegam a atingir mais de 100 hectares em cada investimento.
O Zoneamento Agrícola de Risco Climático é um instrumento auxiliar na gestão de riscos na agricultura. O estudo tem como objetivo reduzir os riscos relacionados aos fenômenos climáticos adversos, já que permite ao produtor identificar o melhor período de semeadura das lavouras, nos diferentes tipos de solo e de ciclos de cultivares. A técnica é de fácil entendimento e adoção pelos produtores rurais, agentes financeiros e demais usuários.
 
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