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Porto Alegre, terça-feira, 08 de novembro de 2016. Atualizado às 18h29.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 08/11 às 19h33min

Petróleo fecha sem direção definida por eleição nos EUA e ceticismo com Opep

Os contratos futuros do petróleo fecharam sem direção definida nesta terça-feira (8), com os investidores ainda céticos com a implementação do acordo de corte de produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), enquanto observam as eleições presidenciais nos Estados Unidos.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para dezembro fechou em alta de US$ 0,09 (+0,20%), a US$ 44,98 por barril. Em Londres, o Brent para janeiro fechou em queda de US$ 0,11 (-0,23%), a US$ 46,04 por barril na Intercontinental Exchange (ICE).
"Eu ainda espero especulação, apoio técnico e níveis de resistência para conduzir a direção de petróleo, independente de quem seja o vencedor da corrida presidencial", disse Troy Vincent, analista de petróleo da ClipperData.
"Por ora, o mercado continua a duvidar que os membros da Opep completem o acordo para equilibrar o mercado, mas o ceticismo não é suficiente para empurrar os preços muito para baixo", afirmou o analista.
Embora a Opep já tenha dito que não vai concluir o acordo até dia 30 de novembro, os investidores ainda se perguntam se países que não são membros de cartel - como a Rússia, maior produtora de energia do planeta - se unirão ao tratado.
Enquanto isso, os mercados financeiros observam as eleições americanas. "O mercado precificou em grande parte uma vitória de Hillary Clinton (candidata democrata à Casa Branca), então, se ela ganhar, veremos efeitos marginais nos preços de petróleo", disse Vyanne Lai, analista do National Australia Bank, acrescentando que a maior parte dos participantes do mercado aposta que Hillary vai abraçar uma política comercial aberta que pode ajudar a melhorar o fluxo global de petróleo e gás.
Vyanne ponderou, no entanto, que se Trump for eleito os mercados globais, incluindo ações e commodities, podem ver uma queda forte.
Os traders também ficarão de olho nos dados sobre a produção e os estoques de petróleo dos EUA da semana encerrada no último dia 4. Na semana anterior, os estoques americanos subiram para o maior nível em três décadas (mais de 14 milhões de barris), em grande parte por causa das importações. Os dados oficiais do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) sairão amanhã.
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