Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 08 de novembro de 2016. Atualizado às 14h38.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Varejo

08/11/2016 - 12h42min. Alterada em 08/11 às 15h40min

Gasto médio com presente de Natal deve cair 5,3% em 2016

Consumidores das classes C e as mulheres devem gastar ainda menos do que a média

Consumidores das classes C e as mulheres devem gastar ainda menos do que a média


PATRÍCIA HAUBERT/ARQUIVO/JC
O gasto médio com presentes de Natal neste ano deverá cair 5,3%, em termos reais, estima a Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) com base em uma pesquisa com 1,6 mil pessoas em todos os Estados do País.
O tíquete médio previsto para este ano é de R$ 109,81. No ano passado o tíquete médio foi de R$ 106,94. "Nominalmente, o valor cresceu, mas a inflação subiu mais que o valor do presente", explica a economista-chefe da SPC Brasil, Marcela Kawauti.
Os consumidores das classes C e as mulheres devem gastar ainda menos do que a média: R$ 101,42 e R$ 84,65, respectivamente.
A redução resulta da dificuldade dos brasileiros disponibilizarem recursos de seus orçamentos para compras de presentes já que o número de pessoas que pretendem presentear parentes e amigos neste ano é de 107,6 milhões, parecido com o do ano passado que foi de 109,3 milhões.
Do total de consumidores ouvidos no levantamento, 72,2% pretendem comprar presentes para terceiros. Apenas 7,4% disseram que não vão presentear ninguém. Outros 20,4% ainda não de decidiram se vão ou não comprar presentes, o que equivale a 30,4 milhões de indecisos potenciais compradores.
Dos consumidores que afirmaram à pesquisa do SPC Brasil e CNDL que não pretendem comprar presentes no Natal (7,4% dos entrevistados), 23,3% disseram que tem como prioridade pagar dívidas.
Entre as mulheres, o porcentual dos que pretendem honrar compromissos cresce para 33,8%. Outros fatores pertinentes à crise e avaliadas como obstáculos a compra de presentes foi desemprego (13%) e a falta de dinheiro (12,4%). Outros 20,6% disseram que não vão comprar presentes por não terem este costume.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia