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Porto Alegre, terça-feira, 08 de novembro de 2016. Atualizado às 08h35.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

08/11/2016 - 09h39min. Alterada em 08/11 às 09h40min

IPC-S fica em 0,39% na 1ª quadrissemana de novembro ante 0,34% na anterior

Fruta foi o item que mais contribuiu para o resultado do índice

Fruta foi o item que mais contribuiu para o resultado do índice


CLAUDIO FACHEL/ARQUIVO/JC
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) ficou em 0,39% na primeira quadrissemana de novembro, informou nesta terça-feira (8), a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou 0,05 ponto porcentual acima do registrado na leitura imediatamente anterior, quando o indicador apresentou variação de 0,34%.
Das oito classes de despesas analisadas, cinco apresentaram acréscimo em suas taxas de variação nesta apuração: Alimentação (-0,05% para 0,06%), Educação, Leitura e Recreação (0,03% para 0,27%), Transportes (0,80% para 0,85%), Vestuário (0,23% para 0,26%) e Habitação (0,40% para 0,41%).
Em contrapartida, registraram decréscimo os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (0,54% para 0,49%) e Comunicação (0,89% para 0,85%).
O grupo Alimentação, que avançou de -0,05% na quarta quadrissemana de outubro para 0,06% na primeira leitura de novembro, foi o que mais contribuiu para o resultado do IPC-S. Nessa classe de despesas, a FGV destacou o comportamento do item frutas (-2,87% para -0,17%). O indicador geral subiu 0,05 ponto porcentual, de 0,34% para 0,39% entre os dois períodos.
Dentre as outras classes de despesas que registraram acréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou o comportamento dos itens show musical (-1,73% para -0,08%), em Educação, Leitura e Recreação, etanol (5,11% para 5,72%), no grupo Transportes, acessórios para vestuário (-0,50% para -0,06%, no segmento Vestuário, e tarifa de eletricidade residencial (-0,18% para 0,53%), em Habitação.
De forma isolada, os itens com as maiores influências de alta foram gasolina (1,77% para 1,92%), etanol (5,11% para 5,72%), plano e seguro de saúde (mesmo com a desaceleração de 1,04% para 1,03%), refeições em bares e restaurantes (apesar da desinflação de 0,42% para 0,37%) e taxa de água e esgoto residencial (mesmo com a redução na taxa de 1,62% para 1,30%).
Já os cinco itens com as maiores influências de baixa foram leite tipo longa vida (a despeito de a deflação ter reduzido de -13,02% para -12,76%), feijão carioca (-9,87% para -12,15%), mamão papaya (apesar de a variação ter acelerado de -23,81% para -16,97%), móveis para a residência (-0,30% para -0,83%) e tarifa de ônibus urbano (que manteve a variação de -0,28%).
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