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Porto Alegre, quinta-feira, 03 de novembro de 2016. Atualizado às 16h58.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

03/11/2016 - 18h00min. Alterada em 03/11 às 18h00min

BM&F e bolsa do Egito assinam memorando que inclui cooperação mútua

A BM&FBovespa e a bolsa do Egito (EGX) assinaram um Memorando de Entendimento (MOU) que inclui a cooperação mútua e o intercâmbio de informações em diversas áreas de negócios de ambas companhias. A estratégia, segundo a bolsa, dá mais musculatura para o fortalecimento internacional.
"Essa relação de cooperação tem como objetivo o desenvolvimento dos mercados dos dois países, a partir da identificação de oportunidades que tragam benefícios para ambos", afirma Edemir Pinto, diretor presidente da Bolsa brasileira, em nota.
A bolsa destaca que por meio desse acordo o intuito é ampliar um leque de oportunidades que podem ser estudadas para o desenvolvimento de seus negócios, produtos e mercados com o compartilhamento de conhecimento mútuo. A BM&FBovespa irá ainda cooperar na "disseminação da informação e da educação por meio do intercâmbio de programas sobre mercados de capitais, valores mobiliários, derivativos e outros programas de sensibilização dos investidores", frisa a companhia em nota.
Já o presidente executivo da EGX, Mohamed Omran, destaca que esse memorando de entendimento complementa a sua estratégia para cooperar mais com as bolsas globais, além de seus mercados tradicionais na África, no Oriente Médio e na Europa. "Esperamos que haja colaboração longa e profícua com a BM&FBovespa para o benefício de ambas as bolsas e visamos listar índices ou ETFs que viabilizem novas alternativas de investimento para os investidores em ambos os mercados", salienta.
O anúncio do memorando de entendimento ocorreu nesta quinta-feira, 3, durante encontro da federação mundial de bolsa de valores (WFE, na sigla em inglês).
Em sua estratégia de internacionalização, a bolsa brasileira já adquiriu fatias minoritárias em três bolsas de valores na América Latina, Colômbia, México e Chile. Na mira estão ainda Peru e Argentina. O objetivo é atingir a fatia minoritária nessas cinco bolsas da América Latina, até o limite permitido pela regulação local, que varia entre 5% e 15%. A intenção é finalizar esse processo de aquisições até o fim deste ano.
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