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Porto Alegre, terça-feira, 01 de novembro de 2016. Atualizado às 18h23.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 01/11 às 19h26min

Petróleo oscila e fecha em queda pressionado por preocupações sobre a oferta

Os contratos futuros do petróleo recuaram, nesta terça-feira (1), após uma manhã volátil, com a contínua preocupação dos investidores sobre a implementação de um acordo entre grandes produtores para reduzir a produção a fim de impulsionar os preços da matéria-prima no mercado.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex) o petróleo WTI para dezembro fechou em queda de US$ 0,19 (-0,40%), a US$ 46,67 por barril. Já na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, o Brent para janeiro recuou US$ 0,47 (-0,96%), encerrando aos US$ 48,61 por barril.
Os preços estão nos níveis mais baixos desde o final de setembro, com os contratos sentindo os efeitos da reunião pessimista dos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) no fim de semana. Hoje, o petróleo teve sua maior perda diária desde o fim de setembro.
O petróleo chegou a verificar ganhos com o avanço dos preços de gasolina e diesel, que se beneficiaram de um incêndio em um oleoduto nos Estados Unidos. Mas a Colonial, que administra a estrutura, disse mais tarde que reiniciou as operações do duto de diesel e que o transporte de gasolina será retomado ainda neste fim de semana. Com isso, os participantes do mercado voltaram suas atenções a Opep e ao ceticismo de que o cartel será capaz de implementar um corte na produção.
"Você tem preocupações reais de que a Opep não será capaz de se unir em um acordo de produção", disse Gene McGillian, da Tradition Energy.
Além das preocupações em torno da Opep, há o temor de um aumento dos estoques norte-americanos de petróleo bruto. Ontem, o Departamento de Energia dos EUA (DoE, na sigla em inglês) informou que a produção diária no país chegou a 8,7 milhões de barris em agosto, em alta de 0,6% na comparação com julho. O relatório mensal ressaltou as preocupações de um mercado global sobrecarregado, especialmente se a Opep não entrar em um acordo até o dia 30 de novembro.
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