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Porto Alegre, quarta-feira, 09 de novembro de 2016. Atualizado às 05h44.

Jornal do Comércio

Colunas

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 09/11/2016. Alterada em 09/11 às 06h44min

Orçamento Participativo

Em relação à matéria 'Prefeitura não fará todas as obras do OP' (Jornal do Comércio, 08/11/2016), um dos discursos do prefeito eleito, Nelson Marchezan Júnior (PSDB), foi de que terminaria as obras já iniciadas, que não começaria outras sem determinar o prazo de conclusão, que as que não cumprissem o prazo, os gestores seriam multados pelo não cumprimento do acordo. Agora alega "crise". Porto Alegre ficando para trás novamente e a população sofrendo com a falta de obras MUITO necessárias e que não acontecem... (Elton dos Santos Gregory, Porto Alegre)
Segurança?
O que adianta gritar por segurança quando estamos a cada dia mais fabricando malfeitores, quando os professores em nome de melhores salários abandonam os alunos a deus dará, fazendo com que a maioria desista de estudar esta educação porca. Quando a sociedade se posiciona contra o aborto, permitindo que nasçam filhos indesejados e sem quaisquer condições de ter uma vida digna em sociedade, tornando-se futuramente revoltados da vida, e o pior, o aborto que existe na clandestinidade, causa muito mais mal... Desemprego a mil, mas, no entanto, o lucro das grandes empresas e bancos continua a ser cada vez maior. Que gente hipócrita. (Osvaldo Padilha, advogado, Porto Alegre)
Trânsito
O trânsito de Porto Alegre está mesmo horrível. Dias destes, vi ciclista andando na contramão de avenida, segurando a direção da bicicleta apenas com uma mão e falando ao celular. Pode isso? Tem mesmo que multar. (João Henrique Fagundes, Porto Alegre)
Desigualdade e criminalidade
Muito afirma-se que a educação é o grande desafio que nosso País tem pela frente para vencer os altos índices de criminalidade. Penso que níveis deficientes da qualidade na educação levam a índices cada vez maiores de Desigualdade Social. Esta, sim, é a grande vilã quando se trata dos altos índices de criminalidade e violência no País. A desigualdade se combate em toda a extensão da pirâmide social, especialmente nas suas extremidades: na base, com políticas governamentais de inclusão, tais como a educação básica de qualidade e o combate à extrema pobreza, esta última tida por alguns como "assistencialista" ou "eleitoreira". E no topo da pirâmide, com uma tributação mais justa do capital e das grandes fortunas. Um exemplo: a taxação de transmissão de bens e de heranças, de pessoas físicas, no Brasil, é escandalosamente inferior à de países tidos como 'de primeiro mundo'. Esforços do Governo, nos últimos anos, no sentido da implementação de uma reforma tributária, sofrem forte resistência da oligarquia capitalista com forte representação no Congresso. (José Mariano Bersch, Porto Alegre)
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