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Porto Alegre, segunda-feira, 28 de novembro de 2016. Atualizado às 21h38.

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Criminalidade

Notícia da edição impressa de 29/11/2016. Alterada em 25/11 às 18h12min

Livro aponta treinamento violento como principal fator para formação de jovens infratores

Rolim afirma que a evasão das escolas leva jovens ao crime organizado

Rolim afirma que a evasão das escolas leva jovens ao crime organizado


DIVULGAÇÃO/JC
Laura Franco, especial
Há mais ou menos 20 anos, Marcos Rolim estava em viagem de estudos nos Estados Unidos. Ao entrar em uma livraria em São Francisco, se deparou com uma obra do famoso criminólogo americano Lonnie Athens. Athens reproduziu uma pesquisa feita com apenados condenados de morte. O trabalho, pioneiro na época, inspirou Rolim, que, ao entrar no programa de doutorado, desenvolveu um estudo detalhado sobre a formação de jovens violentos. Hoje, o mestre e doutor em Sociologia vê sua tese se tornar livro.
Rolim sempre se interessou pelo tema da violência extrema, aquela que não há motivação aparente para acontecer. Durante os 20 anos que se dedicou às mais variadas leituras sobre o assunto, interessou-se pela teoria da violentização, desenvolvida por Athens, e também pela teoria do auto-controle, de Travis Hirschi. Essas foram as motivadoras do trabalho que, ao se somarem com outras referências, deu vida à tese "A formação de jovens violentos: para uma etiologia da disponibilidade violenta", defendida no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. "Para mim, não faz sentido deixar essa produção na academia. A tese está quase na íntegra no livro e quero disponibilizá-la a quem interessar", garante ele.
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