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Porto Alegre, segunda-feira, 07 de novembro de 2016. Atualizado às 21h40.

Jornal do Comércio

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Especial

Notícia da edição impressa de 08/11/2016. Alterada em 07/11 às 19h42min

Oferta de programas que buscam a ressocialização de ex-apenados ainda é restrita

Laura Franco, especial
A população nos presídios brasileiros cresceu 83 vezes em 70 anos, e já somos o quarto país que mais encarcera no mundo (607,7 mil). Mesmo assim, as falhas em nosso sistema prisional e a carência de estrutura para o ex-detentos no retorno à sociedade faz com que a reincidência se torne cada vez maior. Embora dados apontem que chegam a 70% em número de reincidentes no País, a oferta de projetos que visam à ressocialização desses indivíduos é pequena e se restringe a alguns magistrados.
O juiz Luciano Losekann esclarece que os 100 primeiros dias de liberdade condicional ou definitiva são decisivos no retornou ou não à criminalidade. Mesmo com a escassez de programas voltados à reintegração de presos, ele destaca o projeto Voltar a Confiar, introduzido em Porto Alegre desde junho de 2015. O programa, de inspiração chilena, trabalha com liberados condicionais e suas famílias, fornecendo assistência e fortalecimento do vínculo familiar e social para que o detento não retorne à criminalidade. Ainda assim, Losekann pontua que o trabalho é feito dentro do poder Judiciário, o que revela um déficit de órgãos que deviam desenvolver as mesmas ações. "Isso devia necessariamente ser feito pela Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe) e pelo Poder Executivo, que não tem um programa sólido nessa direção."
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