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Porto Alegre, terça-feira, 06 de dezembro de 2016. Atualizado às 19h17.

Jornal do Comércio

JC Contabilidade

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Gestão

Notícia da edição impressa de 07/12/2016. Alterada em 06/12 às 20h19min

'Imprevisibilidade econômica' é base para renegociações

As empresas que entraram em recuperação judicial no ano passado também já demonstram dificuldade para honrar os compromissos firmados no plano de recuperação. A Alumini, empresa envolvida na Operação Lava Jato, tenta fechar um acordo com um investidor para aportar recursos na empresa e pagar os compromissos trabalhistas. Até a semana passada, essa negociação ainda não tinha sido fechada. Sem esses recursos, a companhia pode entrar em falência.
A maioria das revisões dos planos de recuperação está sendo feita com base no critério de imprevisibilidade das condições econômicas. Com essa justificativa, as empresas chamam uma assembleia de credores antes dos vencimentos e tentam renegociar as condições do plano original. Se eles não aprovam, a empresa pode ir à falência. "Mas, para os credores, tem sido melhor aceitar a renegociação, já que, numa quebra da empresa, o prejuízo pode ser maior", afirma Gislene Barbosa, advogada do L.O. Baptista-Svmfa.
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