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Porto Alegre, segunda-feira, 31 de outubro de 2016. Atualizado às 16h48.

Jornal do Comércio

Política

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operação lava jato

28/10/2016 - 17h54min. Alterada em 28/10 às 17h54min

Juiz Moro marca audiências de ação penal contra Lula na Lava Jato

Agência Brasil
O juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, marcou hoje (28) as audiências de testemunhas na ação penal a que ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sua mulher, Marisa Letícia, e outras seis pessoas respondem na Operação Lava Jato. Com isso, os depoimentos de testemunhas de acusação e de defesa serão realizados nos dias 21, 23 e 25 de novembro em Curitiba, onde as investigações estão centralizadas.
Entre os depoentes estão réus que assinaram acordos de delação premiada, como o ex-senador petista Delcídio do Amaral, o empresário Fernando Baiano e os ex-diretores da Petrobras Paulo Roberto Costa, Nestor Cerveró e Pedro Barusco, além do ex-deputado federal Pedro Corrêa.
Na ação penal, Lula é acusado pela força-tarefa de procuradores da Lava Jato de receber R$ 3,7 milhões de propina de empresas envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras, por meio de vantagens indevidas, como a reforma de um apartamento tríplex no Guarujá (SP), e pagamento de despesas com guarda-volumes para os objetos que ele ganhou quando estava na Presidência. As vantagens teriam sido pagas pela empreiteira OAS.
Também foram denunciados pelo Ministério Público Federal o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto,; o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro; além de Agenor Franklin Magalhães Medeiros, Paulo Roberto Valente Gordilho, Fábio Hori Yonamine e Roberto Moreira Ferreira, todos ligadas à empreiteira.
A denúncia foi aceita pelo juiz Moro no dia 20 de setembro. Na ocasião, a defesa de Lula disse que a decisão não causou surpresa. "Nem mesmo os defeitos formais da peça acusatória e a ausência de uma prova contra Lula, como amplamente reconhecido pela comunidade jurídica, impediu que o referido juiz levasse adiante o que há muito havia deixado claro que faria: impor a Lula um crime que jamais praticou", disseram os advogados.
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Comentários
ildefonso 31/10/2016 17h44min
O réu com seus advogados estão no seu pleno direito de negar o crime até o julgamento e após tambem .
claudio rosa 29/10/2016 09h47min
É imperioso, pelos advogados de Lula, publicarem a defendida inocência deste "cidadão". Mas para a sociedade, que pratica a paciência, já esta convertida em resiliência. Sabe-se que a Lava Jato, enquadrada nos limites da "Lei" equilibra-se por sua manutenção algorítmica sofrendo as consequentes pressões políticas e judiciais, expectando as decisões que balizarão nosso futuro político e social. É aguardar para enxergarmos uma Justiça refletora de moral e ética, virtudes desprovidas dos Réus.